O que teria acontecido se…?
No contexto do debate sobre o passado e sua falsificação, intensificado pela proximidade dos cinquenta anos do golpe de Estado no Chile, vale a pena lembrar que ainda existem perguntas a serem feitas àquele tempo, a fim de evitar o determinismo que tenta nos convencer de que o desfecho daquela história sempre esteve escrito. Hoje, ao contrário, parece mais necessário do que nunca descobrir outros passados possíveis

