Um olhar sobre a periferia
O DNA cultural de uma sociedade livre e pluralista é regido pelas vidas que habitam nosso planeta, criadas para viver em harmonia com a natureza

O DNA cultural de uma sociedade livre e pluralista é regido pelas vidas que habitam nosso planeta, criadas para viver em harmonia com a natureza
A falta de construção de uma política consistente de preservação do patrimônio cultural, na sua contradição complexa entre o interesse público e a propriedade privada, promove o arrasa-quarteirão de uma sociedade que tem baixa autoestima e busca resolver a questão exterminando os espaços que acredita não lhe darem lucro
Desde a gestão João Dória, continuando com Bruno Covas e chegando ao atual mandatário, a estrutura de governo dedicada à gestão de resíduos vem sendo desmontada
A rua Itaboca já não existe mais, teve seu nome alterado para Professor Cesare Lombroso em 02/05/1958, a pedido do vereador Jacob Zveibil, mas, desde 1954, um ano após a extinção da zona de confinamento do baixo meretrício do Bom Retiro, vários políticos tentaram alterar os nomes das ruas Aimorés e Itaboca, ruas que perfaziam entre si um confinamento legalmente estabelecido pelo Interventor Federal em São Paulo, Adhemar de Barros
O poema narra um encontro casual no centro de São Paulo, entre o eu lírico e um homem em situação de rua, sentado num banco da Praça do Patriarca, próximo ao Viaduto do Chá
Será que as políticas públicas estão, de fato, funcionando para mudar os reais motivos que levam à situação de rua ou estão apenas respondendo às emergências?
Notas sobre o papel do Estado, da sociedade e grupos populares na construção de cidades justas e seguras
Tendência é que a população constituída por imigrantes e refugiados na cidade, ao invés de diminuir, se expanda nos próximos anos em decorrência das múltiplas crises do capitalismo
A violência infligida aos animais não humanos é completamente ignorada quando decorre de decisões urbanísticas
A cidade não é um objeto fixo, mas um processo histórico em permanente transformação
Apontada como estratégia de combate à fome e adaptação climática das cidades, a agricultura urbana enfrenta invisibilidade e desafios para se estabelecer enquanto uma diretriz de desenvolvimento urbano
“Trabalhar como ambulante na cidade de São Paulo é exercer uma desobediência civil, porque todo dia você sabe que tem que sair para trabalhar para vender a sua mercadoria, mas você não sabe se vai voltar com a sua mercadoria, não sabe se você vai ser agredido, se vai ser preso, se vai ser morto.”