Diplô Online
O preço oculto da inteligência artificial
No início, sentimos o conforto da ajuda da IA. No fim, o uso repetido atrofia nossa autonomia criativa e nos torna dependentes da ferramenta
Pelo cessar-fogo e pela desocupação militar imediata da Faixa de Gaza
“Ao lutarmos pelo fim do genocídio em Gaza, visamos nos unir às iniciativas que não naturalizam o inaceitável”, afirma nota pública assinada por mais de duzentos professores da USP
Apagão docente: outra leitura do exposto
O déficit de docentes na Educação Básica poderá chegar a 235 mil em 2040
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Quo vadis?
A dissonância entre o arcabouço religioso cristão e o pensamento filosófico de matriz greco-romana no mundo ocidental
Quando o lucro cala direitos, é hora de regular
O atual modelo de negócios das plataformas digitais, baseado na extração massiva de dados e na atenção como mercadoria, reforça as estruturas de desigualdades e ataca direitos fundamentais
Sítios arqueológicos negros conectam São Paulo e Salvador na luta por passado, presente e futuro
Descobertas no Bixiga e no Campo da Pólvora, ocorridas nos últimos anos, podem representar a chance de nos reavermos com uma história que precisa ser conhecida.
Sem guerra?
O confronto entre Estados Unidos e Irã, relativo ao enriquecimento de urânio, viveu em junho uma reviravolta positiva. É possível, agora, esperar uma saída sem conflito. Por que a Casa Branca recuou?Ignacio Ramonet
Quando os Estados Unidos foram nazistas
Em Complô contra a América o escritor norte-americano Philip Roth revela o lado fascista de seu país. Num romance que é bem mais que ficção política, ele imagina o que teria acontecido se os EUA tivessem se aliado a Hitler em 1940…Guy Scarpetta
Uma estranha força “de apoio”
Que interesses teriam levado a União Européia a enviar dois mil soldados à África, em missão supostamente destinada a “garantir as eleições” congolesasRaf Custers
Transgênicos contra a malária?
Visto com entusiasmo nos anos 90, o desenvolvimento de mosquitos resistentes ao parasita que provoca o impaludismo empacou. Além de entender os problemas científicos, é útil questionar a idéia de que os grandes problemas de Saúde exigem soluções «de ponta»Christophe Boëte
A Líbia se reencontra com o mundo
Depois de um isolamento de dez anos, o país do general Kadhafi se abre aos produtos importados, à TV via satélite e à internet. Mas mantém um sistema redistributivo avançado, direitos femininos incomuns no mundo árabe e um governo quase sem oposiçãoHelen de Guerlache
Sob o signo do "direito de sangue"
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
A caminho da desumanização
Ao desafiar as grandes conquistas civilizadoras do século 20, as “novas” relações de trabalho destróem a solidariedade, invadem o espaço privado, solapam relações com amigos e família e impõem uma ética que valoriza a submissãoDanièle Linhart
As máquinas de lavar dinheiro
O affaire Clairstream, que compromete o governo francês, é uma ponta de iceberg. Por que o «branqueamento» de recursos ilícitos, que multiplicou o poder das grandes redes criminosas, crescerá, se seu combate for reduzido a um capítulo da «guerra contra o terrorismo»Ibrahim Warde
Cinqüenta anos do Clube de Paris
O que é, como se criou e como funciona o grande cartel dos países que emprestam (e cobram caro…) do Terceiro Mundo. Por que surgiu, na cena internacional, uma brecha para contestar seu poderDamien Millet, Eric Toussaint
Fraqueza, declínio e… guerra?
Condenado pelos próprios militares, o possível ataque contra o Irã é uma aventura alimentada pela necessidade de resgatar o prestígio de Bush e pela inexistência de uma oposição realAnatol Lieven
Um adeus francês à África?
Incapaz de promover de fato os direitos humanos e o desenvolvimento, associada com freqüência a governantes antidemocráticos e corruptos, a França vê suas zonas de influência na África ameaçadas pelos Estados Unidos e ChinaDelphine Lecoutre, Admore Mupoki Kambudzi
Planeta Futebol
O futebol é o esporte político por excelência. Ele se situa na encruzilhada de questões capitais como pertencimento, identidade, condição social e até mesmo, por seu aspecto sacrificial e místico, a religiãoIgnacio Ramonet
Hamas: a prova do poder
Radiografia de uma crise sem fim: as razões da vitória do Hamas, as pressões internacionais sobre o novo governo, os riscos de um conflito entre os próprios grupos árabes e a hipótese de um acordo que restaure a luta pela libertação nacionalWendy Kristianasen
Quem são os “estrangeiros”
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser
Sob o signo do “direito de sangue”
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
A revolta de Brest
A história da rebelião operária que perturbou a esquerda francesa, em agosto de 1935. A partir dos fatos, uma pergunta: é justo refrear os movimentos sociais, em busca de vitórias nas urnas?Benoît Kermoal
Como a Europa recebe o outro
Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher
Teu lugar é a produção
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitadaAlbrecht Kieser
Qual canção de protesto?
A lista dos artistas que compõem contra a guerra e o poder aumenta todos os dias. Mas em em meio a esta explosão saudável, ressurge um debate: mensagens anticapitalistas não requerem, também, uma nova forma musical?Jacques Denis
Quem são os "estrangeiros"
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser

