Diplô Online
A política externa dos EUA e a música como leitura do poder
A música política atravessa diferentes momentos históricos sem perder relevância interpretativa
Kast, Maduro, chacina do Alemão, política de segurança de Trump e o algoritmo
A violência ocupa um lugar central na história recente das sociedades latino-americanas, não apenas como fenômeno material, expresso em índices de criminalidade e letalidade, mas como experiência social permanente, mediada por discursos, imagens e afetos. Mesmo quando não vivida diretamente, ela se impõe por meio da mídia, do consumo cultural e da circulação incessante de narrativas que associam crime, medo e ordem pública
DI: delírio e intolerância
A retórica religiosa, como símbolo, é utilizada para escamotear conflitos que, em sua essência, continuam sendo disputas por poder econômico, político e cultural. O maior trunfo de Mamdani é ter conseguido ganhar a eleição de Nova York furando o império da grande mídia e do “dindim”. E as investidas de Trump têm por objetivo nos lembrar que, por enquanto, a América Latina ainda é o seu quintal
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A floresta na Bolsa de Valores
O TFFF converte a preservação das florestas tropicais em ativo financeiro e expõe a contradição entre clima e capital
Historiografando o trauma familiar da violência de Estado da ditadura
Como narrar o trauma familiar da violência de Estado?
Repensar o valor em tempos de colapso climático
O que está em jogo não é apenas a estabilidade climática, mas a própria possibilidade de manter meios favoráveis à vida
Copa do mundo de clubes e o capital-imperialismo no futebol
O futebol europeu abriga hoje os melhores times do mundo. São os melhores porque são mais ricos, compram jogadores mais valorizados e, na maioria dos casos, mais técnicos e com mais valências para a competição futebolística
Rosa de fevereiro
Se os antigos, em pastorais de telas e sinfonias, exultavam de retratar o alívio explosivo das cores a brotar, os modernos têm a ousadia insolente de desmerecer as rosas, reduzidas a atavio.Diego Viana
Balthazar
Ao deixar um pouco de lado a trama principal para enveredar por um desses caminhos secundários e quase sempre tortuosos, Durrell revela toda sua competência como ficcionista.Luiz Paulo Faccioli
Palavra 20
O Yeti com maleta executiva
Os grandes mestres compõem um subtexto hitchcockiano, com violinos ao fundo, para o leitor. Eles deixam a dúvida e não a certeza. Em vez de “será que é a pessoa X”, o leitor fica se perguntando “será que essa pessoa existiu ou foi só muito bem-inventada?”..
Aqui
Balthazar
Ao deixar um pouco de lado a trama principal para enveredar por um desses caminhos secundários e quase sempre tortuosos, Durrell revela toda sua competência como ficcionista.
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Acordados: o caleidoscópio de vidas da metrópole
Aqui
Rosa de fevereiro
Se os antigos, em pastorais de telas e sinfonias, exultavam de retratar o alívio explosivo das cores a brotar, os modernos têm a ousadia insolente de desmerecer as rosas, reduzidas a atavio.
AquiRodrigo Gurgel
O Yeti com maleta executiva
Os grandes mestres compõem um subtexto hitchcockiano, com violinos ao fundo, para o leitor. Eles deixam a dúvida e não a certeza. Em vez de “será que é a pessoa X”, o leitor fica se perguntando “será que essa pessoa existiu ou foi só muito bem-inventada?”.Simone Campos
A era das trocas par-a-par
Na virada do século, o desenho das redes na internet passou por uma grande transformação. Ao invés da subordinados a um servidor, os computadores e seus usuários passaram a falar uns com os outros. A mudança abriria um leque de possibilidades — inclusive no terreno da EducaçãoDalton Martins, Hernani Dimantas
Filme debate o estado do mundo
Seis diretores aceitam desafio de organização portuguesa e produzem obra coletiva sobre o tempo em que vivemos. Contribuições enxergam crise e necessidade de mudanças, mas o fazem por meio de poesia e metáforas — exceto no caso do curta brasileiro de Vicente Ferraz…Bruno Carmelo
Padrões de uma beleza vulgar
Programas de TV e desfiles de moda convertem-se em vitrines de um padrão estético em que as próprias diferenças parecem previsíveis. Também na coluna: subsídios à agricultura orgânica, poluição desigual nas transnacionais do automóvel, uso das fibras de bambu, rádios comunitárias e muito maisLuiz André Ferreira
Procura-se pão francês
— É o pão do dia-a-dia no Brasil.
— E vocês o chamam de pão francês? Olha, acho que ele não existe na França.
— Quer dizer que temos sido enganados esse tempo todo?
— Lamento te revelar isso assim, de sopetão.Daniel Cariello
Dominação, petróleo e ideologia
Três hipóteses provocadoras sobre a presença dos EUA no Oriente Médio: o controle sobre os campos petrolíferos visa, mais que tudo, constranger Europa e Japão; Arábia Saudita e Egito jamais poderão ser aliados centrais de Washington; a aliança com Israel frustra o mundo árabe e será fonte de tensões cada vez mais gravesSílvia Ferabolli, Cláudio César Dutra de Souza
Cuba e EUA, aproximação improvável
Desde 1819, os EUA desejam Cuba. Tal obsessão permanente não autoriza grandes ilusões de mudanças nas relações entre os dois países. Para Washington, a ilha lhes pertence. E esta não tem como abrir mão do poder que acumulou, a partir de sua posição defensiva e resistência vitoriosaJosé Luís Fiori
Minhas universidades, de Górki
Para Górki, o bravo homem russo é aquele que vive plenamente o real, que coloca a mão na massa, e que o intelectual nada mais faz que concluir o que, em realidade, o homem que vive plenamente o real já concluiu, passando por dissabores e fazendo, ele mesmo, a História.Isa Fonseca
Em busca do que é trans
Esta coluna quer percorrer o poder subversivo do desejo de irromper as ruas com o corpo errado, com a roupa errada, com o gesto errado, com a velocidade errada. Ali há desejos de romper amarras, de balançar os fascismos estabelecidos, há desejo mais forte do que a disciplina e o controleFabiane Borges, Hilan Bensusan
Arquitetura e intolerância na Barcelona medieval
A Catalunha está no auge de sua prosperidade, pois domina o Mediterrâneo. Mas esse poderio comercial não esconde as marcas de uma sociedade profundamente estratificada.Dida Bessana
Palavra 19
A biblioteca e seu inferno
A exposição nos permite questionar os códigos morais ou o que parece se estabelecer como moralmente aceitável, a partir dessa literatura que vai justamente pesquisá-los, como, por exemplo, o Marcel Proust de Sodoma e Gomorra e o drama dos “invertidos”.
Aqui
Cardeais em órbita
Aqui
Arquitetura e intolerância na Barcelona medieval
A Catalunha está no auge de sua prosperidade, pois domina o Mediterrâneo. Mas esse poderio comercial não esconde as marcas de uma sociedade profundamente estratificada.
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Minhas universidades, de Górki
Para Górki, o bravo homem russo é aquele que vive plenamente o real, que coloca a mão na massa, e que o intelectual nada mais faz que concluir o que, em realidade, o homem que vive plenamente o real já concluiu, passando por dissabores e fazendo, ele mesmo, a História.
AquiRodrigo Gurgel
A biblioteca e seu inferno
A exposição nos permite questionar os códigos morais ou o que parece se estabelecer como moralmente aceitável, a partir dessa literatura que vai justamente pesquisá-los, como, por exemplo, o Marcel Proust de Sodoma e Gomorra e o drama dos “invertidos”.Pablo Simpson
Hou Hsiao Hsien celebra a criação
Em Le Voyage du Ballon Rouge, novo filme do diretor chinês, os artistas são trabalhadores comuns, que andam pelas ruas, fazem compras, pagam aluguel. Mas uma série de surpresas estéticas sugere quanto é singular o seu ofício: propor outras formas, ousadas e inventivas, de enxergar o mundo e a vidaBruno Carmelo
Houdini não foi a Buenos Aires
Só a cultura do espetáculo poderia imaginar que Evo Morales, Cristina Kirchner e Lula resolvessem, em poucas horas, os gargalos do abastecimento de gás no Cone Sul. Eles decorrem de duas crenças: na suposta generosidade infinita da natureza e no caráter “positivo” de qualquer aumento de consumoAndré Ghirardi
Depois de Fidel, o quê?
Afastamento do “comandante” abrirá, sem dúvidas, debate sobre futuro da revolução. A novidade é que as grandes mudanças no cenário internacional amenizaram a polarização de há alguns anos. E surgiu, alimentada pelo giro à esquerda da América Latina, uma instigante alternativaAntonio Martins

