Diplô Online
A gramática da catástrofe e o fim do mundo
De que mundo estamos falando quando falamos do fim do mundo?
O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência
Leia com exclusividade o início do prefácio de ‘O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência’, de Jasbir K. Puar. O livro será lançado no sábado, 29 de agosto, pela Crocodilo Edições, na Tarântula, livraria e espaço de arte, na Faca Peluqueria
Como a “santidade política” virou poder para Michelle Bolsonaro em 2026
Como Michelle Bolsonaro mobiliza publicamente a ideia de “santidade política” na arena brasileira durante 2026, ano marcado pelas disputas eleitorais?
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Mulheres negras e a refundação da política brasileira
Reter, burlar ou repassar tardiamente recursos de campanha destinados a candidaturas negras constitui uma forma de violência política de raça e gênero, operada para perpetuar a política como feudo exclusivo da branquitude e do patriarcado
Oligopólios são uma ameaça à democracia, não o diploma de jornalismo
Desregulamentação profissional não fortaleceu prerrogativas e ainda precarizou trabalhadores
Com humor e ironia, Daniela Yuri brinca com temas sérios como morte, luto e a maneira como escolhemos viver
Em É Vida Que Segue!, a autora transforma o “Além” em um lugar de filas, terapias, empregos e reencontros para refletir, com humor e sensibilidade, sobre luto, culpa, escolhas e recomeços
Um futuro para viver e compartilhar
No livro Manifesto pelo florescer da diversidade (Dantes, 2025), os antropólogos Jerome Lewis e Chris Knight ecoam uma ampla diversidade de vozes e modos de saber, reunindo suas percepções sobre o que precisamos transformar no presente – e com quem podemos aprender
Uma análise sobre a idiossincrasia eleitoral de Minas Gerais
Por que Minas Gerais, estado historicamente visto como um retrato político do Brasil, tantas vezes escolhe caminhos diferentes para presidente e governador?
Um ensaio abolicionista sobre o encarceramento de travestis
Dados não são suficientes para mobilizar a transformação social. Não que eles não sejam importantes, pelo contrário, mas é no resgate das humanidades perdidas por detrás dos numerais que estão as sementes de empatia férteis o suficiente para fazer brotar a resistência em nossas comunidades
Quando o clima entra na Constituição
O julgamento do fracking no STJ pode redefinir os limites constitucionais da expansão dos combustíveis fósseis no Brasil
A retomada do samba e a alegria como projeto
Se a década de 1970 foi, ao mesmo tempo, o auge da ideologia da democracia racial e o período em que o carnaval se consolidou como a principal vitrine dessa fantasia, seria possível que uma geração de sambistas negros conduzisse – ou fosse conduzida por – um projeto político emancipatório sem que a alegria da festa fosse automaticamente comprometida pelo uso instrumental que o regime militar fazia do carnaval como forma de distração?
Um rio pode ir à Justiça?
A pergunta parece absurda até se descobrir que Equador, Bolívia e Colômbia já a responderam, e que uma emenda constitucional propõe o mesmo no Brasil desde 2023
Tristes e teimosos
O Brasil precisa aprimorar a investigação e a responsabilização dos autores de violência contra pessoas LGBTQIA+
‘Hora Crepuscular’, de Suiany Tavares: a poética do tempo
Zohran Mamdani rompe o silêncio sobre Gaza e exige que os EUA respondam diante da justiça internacional
Quando o prefeito de Nova York denuncia a dimensão humana da destruição de Gaza e exige que o governo norte-americano reconheça a autoridade do Tribunal Penal Internacional, a cidade-sede das Nações Unidas transforma-se no palco de uma pergunta que o mundo já não pode evitar: a lei internacional vale também quando alcança os aliados dos poderosos?
Com quantos nomes se faz um livro
Aos pés da letra é um livro divertido, pois a proposta do autor é pensar a língua portuguesa de uma perspectiva espirituosa
Como negros de pele clara fizeram da música uma pedagogia racial de massa
Como duas personalidades que tiveram sua negritude posta em xeque ao longo de suas vidas, em diferentes contextos e tempos, acabaram se tornando dois dos maiores símbolos do orgulho racial negro?
A inquisição da laicidade?
De São Paulo a Manaus: intolerância religiosa no espaço privado, violência e a expansão do controle sobre a escola pública
Ciência, Iluminismo e emancipação feminina para além do reducionismo decolonial
A ciência moderna seria um instrumento essencialmente colonial? Casos concretos de mulheres de diferentes partes do mundo mostram como a ciência e a razão modernas também foram historicamente apropriadas como ferramentas de emancipação
Inovação pública nos municípios: por que o Brasil ainda aprende pouco com ela?
Uma característica que raramente ocupa o centro do debate sobre a saúde pública brasileira é a capacidade do SUS de produzir inovação pública a partir dos municípios
Resiliência não basta
O problema começa quando o desastre deixa de ser uma ruptura excepcional e passa a integrar o horizonte cotidiano
Brincar como política do cuidado
Quando uma criança deixa de brincar, não perde apenas uma brincadeira. Perde uma forma de existir
Os limites éticos e o custo humano do progresso científico
O avanço biomédico, muitas vezes cultuado como o farol da civilidade, esconde em seus porões atrocidades justificadas por uma lógica puramente técnica, gélida e desprovida de empatia
A conta da vigilância
Os responsáveis por transformarem as políticas de segurança em um verdadeiro quarto escuro promovem o caos ao não oferecerem nada além de um belicismo irracional para combater o crime em suas regiões
O Robodebt brasileiro e o Estado algorítmico da austeridade
O governo por algoritmo tende a tratar o indivíduo e a sociedade como sistemas inteiramente previsíveis, reduzindo a complexidade da vida social e eliminando o papel do tempo, da contingência e do imprevisto
Da política nacional do meio ambiente à governança ecossistêmica
O desenvolvimento econômico não pode permanecer dissociado da conservação dos sistemas naturais que sustentam a vida e a própria economia
Bets: a pandemia do século
A Espanha conquistou a Copa do Mundo de 2026. Mas, antes mesmo da decisão, outra vencedora já estava definida: as bets. No Brasil, um terço da população apostou dinheiro em plataformas de apostas esportivas durante o Mundial, revelando a dimensão de um mercado que se expande na mesma velocidade que seus custos sociais

