Pandemia, violência policial, fundamentalismo religioso e outras ameaças
Mobilização dos entregadores marca contraofensiva ao pandemônio fascista, que se alimenta do assalto retrógrado à educação brasileira

Mobilização dos entregadores marca contraofensiva ao pandemônio fascista, que se alimenta do assalto retrógrado à educação brasileira
No quarto artigo da série “Os saberes dos povos do Cerrado e a biodiversidade“, vamos conhecer um pouco mais da realidade do Cerrado a partir dos povos e comunidades tradicionais que vivem em suas chapadas, serras, vales e veredas. Seus modos de vida ficaram consagrados na obra-prima de Guimarães Rosa “Grande Sertão: Veredas”, cujo título já apresenta os dois componentes da paisagem que são integrais a estes: os vales ou pés de serra onde vivem, fazem a roça e coletam diversos frutos nativos e, em algumas regiões, o capim dourado e onde a água superficial é abundante nas veredas; e os gerais (o “grande sertão”), terra de uso comum, onde o gado pasta sem cercas e onde coletam, a depender da região, as flores sempre-vivas, frutos nativos e raízes. Vamos conhecer algumas das comunidades que, no Oeste da Bahia e no Norte de Minas, são representativas dessa história de ocupação tradicional da terra e saber-fazer de convivência com os cerrados.
A PEC que reformula o Fundeb segue para o Senado e se for aprovada torna o principal mecanismo de financiamento da educação básica pública no Brasil permanente. Leia mais um artigo do Especial Observatório de Educação.
Para defender seus modos de vida, a soberania de seus territórios e o acesso à terra, camponeses e camponesas, quilombolas, indígenas e diversos povos tradicionais têm se organizado e somado suas lutas
Há indicativos de que o Future-se está sendo colocado em prática nas universidades estaduais paulistas de maneira parcelada, mas acelerada e com debate bastante restrito durante a pandemia
Decisão histórica do Tribunal de Justiça de São Paulo pode representar uma mudança nos marcos da justiça socioambiental ao reconhecer direitos de permanência de comunidades tradicionais caiçaras na Jureia (SP).
O mundo da arte e da cultura, violentamente afetado pela gestão da crise sanitária, se vê diante dos limites de um modelo em que a remuneração está muito conectada com a dinâmica dos mercados. Romper a condição de intermitência em direção a um salário vitalício permitiria aos trabalhadores das artes libertar suas atividades do capital e dos subsídios estatais
Testemunha por excelência da evolução do clima da Terra, a maioria das geleiras está passando por uma fase de retrocesso. Nos Andes tropicais, esse derretimento se acelera há trinta anos e coloca em risco a irrigação, a produção de eletricidade e o fornecimento de água. Grandes metrópoles como La Paz, na Bolívia, veem uma parte significativa de seus recursos ameaçada
O que estava ruim piorou: o encontro de um governo inapto e irresponsável com um vírus altamente contagioso e devastador resultou numa explosão de demandas sociais que não têm no aparato público estrutura e financiamento adequados para atender a elas
No calamitoso cenário da América Latina e do mundo, como pode Cuba, enfraquecida economicamente e sob embargo, destacar-se de maneira tão exitosa?
Em meio a todo esse contexto de demandas da era digital, os trabalhadores de aplicativos protagonizaram um marco histórico na luta por direitos da categoria, com esteio não só na Constituição brasileira, mas também nas diretrizes internacionais de proteção ao trabalho. Potente, o Breque dos APPs se difundiu de ponta a ponta, fortalecendo os laços de solidariedade, as pautas coletivas e o direito de resistência
A Covid-19 não escolhe quem contaminar, mas os abismos sociais entre a população branca e negra levam aos fatos já divulgados: a mortalidade do vírus tende a ser maior na população negra e em situação de pobreza