Arte e design: possibilidades de desenhos de novos mundos e futuros
Pensar imagens no contexto do colonialismo de dados e da inteligência artificial implica perguntar que tipo de política está em jogo quando fotos são rotuladas

Pensar imagens no contexto do colonialismo de dados e da inteligência artificial implica perguntar que tipo de política está em jogo quando fotos são rotuladas
Ser mulher e improvisadora é, portanto, retomar o direito ao essencial: a liberdade de ser, de errar e de reconstruir o mundo a cada cena, a cada encontro, sem o peso de um roteiro que não foi escrito por nós
Artista e professora da USP reflete sobre o campo de disputa da inteligência artificial na criação artística, desde a questão da autoria até a problemática ambiental
Ao longo de sua trajetória, Ilca Barcellos construiu uma obra que desafia a fronteira tradicional entre laboratório e ateliê, transformando procedimentos, vocabulários e imaginários da biologia em matéria plástica e poética
Autor fala sobre lançamento de edição comemorativa de 10 nos de Somos mais limpos pela manhã, obra finalista do Prêmio Jabuti
A palavra “revolução” sempre carregou uma força singular na imaginação política e social
A arte traz consigo a tarefa de provocar uma nova distribuição dos espaços materiais e simbólicos
Ao recusar a moderação e o silêncio historicamente impostos aos corpos negros, o artista Sérgio Adriano H. mobiliza a imagem para uma “contrafísica” que desestabiliza o racismo epistêmico e convoca o espectador a enfrentar as fissuras de uma história construída sob o signo do apagamento colonial
Desenho em Michelângelo é também desígno, sinônimo de raciocínio, construção do pensamento, construção de imagens e, pode ser acrescentado, busca pela perfeição
Sonia nos apresenta uma nova revolução de conceitos, particularmente do barroco, cujas delimitações são nebulosas, as definições são as mais variadas possíveis, e suas vertentes e subestilos também o são. Em exposição no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, até 8 de fevereiro de 2026
Traidor, de Gerald Thomas, encenado por Marco Nanini, não é apenas uma peça sobre um ator ou sobre teatro, é um mergulho no inconsciente à vista de todos, um labirinto de memória, luz e ruídos que desafiam a percepção e a paciência do espectador
Em entrevista, pesquisadora mostra como a exclusão das mulheres na história é uma política de dominação antiga e sistemática