Pelas barbas da Utopia: soluções marketeiras de última hora
A palavra “revolução” sempre carregou uma força singular na imaginação política e social

A palavra “revolução” sempre carregou uma força singular na imaginação política e social
A arte traz consigo a tarefa de provocar uma nova distribuição dos espaços materiais e simbólicos
Ao recusar a moderação e o silêncio historicamente impostos aos corpos negros, o artista Sérgio Adriano H. mobiliza a imagem para uma “contrafísica” que desestabiliza o racismo epistêmico e convoca o espectador a enfrentar as fissuras de uma história construída sob o signo do apagamento colonial
Desenho em Michelângelo é também desígno, sinônimo de raciocínio, construção do pensamento, construção de imagens e, pode ser acrescentado, busca pela perfeição
Sonia nos apresenta uma nova revolução de conceitos, particularmente do barroco, cujas delimitações são nebulosas, as definições são as mais variadas possíveis, e suas vertentes e subestilos também o são. Em exposição no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, até 8 de fevereiro de 2026
Traidor, de Gerald Thomas, encenado por Marco Nanini, não é apenas uma peça sobre um ator ou sobre teatro, é um mergulho no inconsciente à vista de todos, um labirinto de memória, luz e ruídos que desafiam a percepção e a paciência do espectador
Em entrevista, pesquisadora mostra como a exclusão das mulheres na história é uma política de dominação antiga e sistemática
Livro Histórias reais revela a arte em dois diferentes formatos
O que o público da exposição em Paris, o documentário e o dentista têm em comum? A indiferença. Pessoas brancas, sobretudo economicamente privilegiadas, para estarem neste lugar, criaram uma distância emocional e cognitiva dos problemas raciais
Capítulo inédito do novo livro de Jamil Chade, Tomara que você seja deportado: uma viagem pela distopia americana (Editora Nós), que será lançado em 31 de julho, na Flip
A obra Marmitas Amassadas (2025) materializa a verve de rebeldia do autor. Trata-se de um balanço de sua trajetória, apresentado em forma de miscelânea, em meio a uma era dominada por edições de luxo, definitivas e omnibus. Mas, afinal, quem foi que disse que as periferias não são o centro do mundo?
Como não seria disfuncional uma família onde o abuso parental é a normalidade?