Decolonizar o Museu – Programa de desordem absoluta, de Françoise Vergès
Françoise Vergès descortina o paradoxo da representação do museu ocidental para seus leitores. Confira resenha do novo livro da autora, publicado este ano pela Ubu Editora

Françoise Vergès descortina o paradoxo da representação do museu ocidental para seus leitores. Confira resenha do novo livro da autora, publicado este ano pela Ubu Editora
No Brasil para o lançamento do livro “Decolonizar o museu – programa de desordem absoluta”, a autora discute a relação entre o colonialismo, o capitalismo financeiro e o museu ocidental
Museu inaugura três novas exposições que reproduzem histórias indígenas individuais e coletivas na contemporaneidade
A enganação não é novidade, seja na mídia ou na arte. Sempre que surge uma nova tecnologia, devemos adaptar nossos métodos de interpretação e consumo de conteúdo
Exposição “Paul Gauguin: o outro e eu” discute pinturas feitas por Paul Gauguin na Polinésia Francesa sob olhares contemporâneos
Aos olhos ocidentais, a arte pode servir ao dinheiro, porém não à política: qualquer criação vinda de uma república socialista é suspeita. Seguindo esse princípio, os tesouros artísticos destinados aos trabalhadores foram deixados aos ratos nos desertos industriais da Alemanha Oriental após a queda do Muro de Berlim. Como a coleção de pinturas descobertas em Chemnitz, antiga Karl-Marx-Stadt…
Vender um arquivo JPEG pode render uma fortuna se ele for único, insubstituível, não trocável com outro arquivo: ele possui, desse modo, certas características de uma obra de arte. A autenticação digital e o pagamento em criptomoeda legitimam assim esse “token não fungível”, mais conhecido pela sigla em inglês, NFT
É difícil trazer um olhar crítico para uma figura tão respeitada no mundo do ativismo artístico, político e ambiental. As pessoas são complexas e, portanto, também são suas produções artísticas. Acredito que o trabalho de Sebastião Salgado existe em algum lugar entre o benéfico e o nocivo.
Protagonizado por artistas periféricos, Festival “Até o Tucupi” promove ocupação da capital amazonense com arte e cultura
Conhecidos no mundo inteiro, as máscaras e os objetos antigos apagam com frequência a arte contemporânea africana. Inspirados pelas tradições e pelas culturas urbanas fervilhantes, os artistas – pintores, cineastas, músicos… – se expressam em qualquer mídia, inclusive nas digitais. As manifestações culturais multiplicam-se pelo continente, e o mercado explode
No ranking do tráfico internacional, o comércio ilegal de obras de arte ocupa o terceiro lugar, atrás apenas das drogas e das armas. Ele prospera apesar da criação de unidades de investigação especializadas e da tomada de consciência do que representa para os países roubados. Na Itália, o tráfico conjuga práticas de vigaristas estabelecidos e a lavagem de obras por parte de especialistas
No quinto texto da série Cinema & Meio Ambiente, o Observatório de Justiça e Conservação mostra a importância do audiovisual para a derrubada de projetos de lei que colocam os ecossistemas em risco. As campanhas, que envolvem uma parte jurídica e uma de arte e comunicação, procuram combater a maior causa dos problemas ambientais brasileiros: a corrupção