O encontro de Lélia Gonzalez com Candeia
A parceria de Gonzalez e Candeia merece, por si só, ser celebrada, tamanha a beleza desse encontro. Ambos completariam 90 anos em 2025.

A parceria de Gonzalez e Candeia merece, por si só, ser celebrada, tamanha a beleza desse encontro. Ambos completariam 90 anos em 2025.
A existência da comunidade LGBTQIA+ em si é um ato político, porque rompe, pela rebeldia, com códigos estabelecidos de gênero e sexualidade
Por que o patrimônio da cultura brasileira e os museus ainda não ocupam lugar central no debate eleitoral?
As leis de incentivo à cultura e ao esporte têm potencial de unir o Brasil em torno de um propósito coletivo: garantir acesso, oportunidade e cidadania
“Art Brut” foi o nome que o artista plástico francês Jean Dubuffet concedeu às criações de artistas marginalizados, muitos deles internos em instituições psiquiátricas, após a Segunda Guerra Mundial
Em quais termos a polarização entre tradicional e contemporâneo se aplicaria ao forró? Haveria um limite no cabo de guerra entre os dois termos?
“As coisas têm vida própria[…]tudo é questão de despertar a sua alma.”
Gabriel Garcia Marquez, Cem anos de solidão
Capítulo inédito do novo livro de Jamil Chade, Tomara que você seja deportado: uma viagem pela distopia americana (Editora Nós), que será lançado em 31 de julho, na Flip
Democratizar o cinema não é apenas abrir salas: é abrir escuta, abrir olhares e reconhecer que o povo de São Paulo – especialmente o povo preto, periférico, indígena, LGBTQIA+, com deficiência – tem direito de se ver, se ouvir e se narrar
Emblema da sociedade de consumo ou do underground, vetor de emancipação ou epicentro da discriminação: a boate noturna encarna todos os paradoxos. Entre a clandestinidade e a industrialização, ela pôde funcionar como um laboratório para uma arquitetura em busca de liberdade e, assim, contribuir para a evolução dos costumes
Othon não é apenas um ator em cena — é uma força da natureza teatral. Uma presença que poderia tudo abalar, mas que escolhe, sempre, a generosidade
O que nos faz refletirmos, quantas obras, em escala global, hoje em dia, possuem o alcance, o impacto e a influência tal qual a ‘beniana’? Atravessando décadas de diferentes períodos históricos e temporais, mantendo-se viva, presente aos destinos culturais e políticos não só de um país? Em plena circulação, atravessando fronteiras e limites, através dos infinitos caminhos cruzados da afro diáspora?