O trabalho invisível da literatura: tradutoras reivindicam protagonismo na Flip
Coletivo “Quem traduziu?” pede por melhores condições de trabalho e maior reconhecimento para tradutoras

Coletivo “Quem traduziu?” pede por melhores condições de trabalho e maior reconhecimento para tradutoras
Sinéad Gleeson e Colombe Schneck, autoras convidadas da 21ª Flip, falam sobre aborto, direito ao corpo e escrita feminina
A autora vem para a Flip com “No Vestígio”, um dos principais livros no debate sobre racismo da última década
O jornalista da The New Yorker, convidado da Flip deste ano, escreve história da música pop focando nas comunidades criadas em volta dos gêneros musicais
Confira críticas dos lançamentos “Palavra engajada”, de Reginaldo Moraes, “Tempo Discos”, de Rodrigo Febronio, Samuel Sajo e Al Stefano e “Terebentina”, de Alexandre Gil França
“Caminhando com os mortos” e “Deus não dirige o destino dos povos” discutem temas como ódio, preconceito e fanatismo
Os escritores Boris Vian e Raymond Queneau gostavam de seus livros. Juliette Gréco cantou sua obra. Seu nome evoca o “Quai des Brumes” e histórias de garotos maus. Com o autor Pierre Mac Orlan (1882-1970), as antigas histórias de aventureiros e desamparados ganharam a fria grandeza dos mitos desiludidos
Confira a entrevista com Marília Garcia, tradutora de Ernaux. Conversamos sobre o processo de tradução dos livros da autora, sua linguagem e reverberações na escrita de Marília
Crítica do espetáculo: o pensamento radical de Guy Debord, de Gabriel Ferreira Zacarias (Elefante) e A casa dos coelhos, de Laura Alcoba (Paris de Histórias)
Lançamento da editora Nova Fronteira, o livro Não trocaria minha jornada por nada traz ensaios que reforçam a escrita leve e franca que consagrou Maya Angelou, uma das maiores escritoras norte-americanas de todos os tempos
Confira o prólogo do romance “Fúnebre Névoa”, no qual Gabriel Dantas Romano contextualiza a obra como uma reação ao período de degradação ambiental e hostilidade política que recrudesceu durante o governo Bolsonaro
Pedro Jucá explora a complexidade das personagens, que são dissecadas a partir da relação com o outro. Confira a resenha de “Coisa Amor”, publicado em 2022 pela Editora Urutau