Caprichos da vida e do tempo
Resenha do livro Doze dias, de Tiago Feijó, reimpresso em 2022 pela Editora Penalux

Resenha do livro Doze dias, de Tiago Feijó, reimpresso em 2022 pela Editora Penalux
Ao observarmos a profusão de livros publicados, acreditamos prontamente que o leitor tem a escolha – uma escolha na verdade muito limitada. Porque, se as “marcas” (esse é o termo usado) que os publicam parecem diversas, elas pertencem esmagadoramente a poucos grandes grupos. E as obras oferecidas, na maioria das vezes, cabem em caixas claramente identificáveis pelo consumidor
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, Itamar reflete sobre sua origem, a influência dos estudos na moldura de seu caráter, o papel da literatura, além de revelar as expectativas de ter Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do país pela terceira vez
Confira o prefácio escrito pela artista e filósofa Denise Ferreira da Silva para o último livro de Jean Tible, política selvagem, lançado em dezembro de 2022 pela GLAC edições e pela n-1 edições
A autonomia das ações dos ministros não está divorciada da centralização das ações do governante, sobretudo quando este está em constante ataque ideológico e institucional. Para firmar um bom governo, desse modo, é necessário que todos estejam em total consonâncias nas ações, nas estratégias e na forma de pensar
Confira resenha do livro Do transe à vertigem: ensaios sobre bolsonarismo e um mundo em transição, escrito pelo filósofo Rodrigo Nunes e lançado neste ano pela Ubu Editora
Parte da esquerda latino-americana considera que a influência da obra de intelectuais ocidentais é uma forma de colonialismo. Não é o caso do socialista José Carlos Mariátegui, nascido no Peru em 1894. A ele devemos a introdução do marxismo na esquerda regional, sem “decalque” nem “cópia”, mas também sem a busca por uma originalidade excessiva
Confira resenha do mais recente livro do poeta carioca Marco Lucchesi, Maví, lançado este ano pela Editora Penalux
As bibliotecas comunitárias se mostram como um respiro a todos aqueles que buscam usufruir de ações culturais, sobretudo como forma de resistência ao que está ausente, precário ou escasso nas condições materiais que as tornam possíveis. Cada espaço é singular e assume características próprias de seus locais, legitimados pelas necessidades advindas de suas realidades
Justamente por conta desse ideal de democratização e da valorização da oralidade, o movimento Slam encontra nas periferias do Brasil um terreno fértil para se desenvolver.
O fazer literário não se restringe às letras impressas em livros. Disputar o conceito ampliado de literatura marginal e periférica e delimitar seu gradiente epistemológico, sua razão teórica, sua partilha sensível e seu fazer participativo é acionar o reconhecimento a um direito político à literatura.
O historiador Vijay Prashad visitou a redação do Le Monde Diplomatique Brasil para falar sobre o lançamento brasileiro de “Uma História Popular do Terceiro Mundo” e os desafios da esquerda no Brasil após as eleições.