Coletivo “O Corre” e a potência criativa das periferias digitais
A força criativa das periferias nunca dependeu da permissão do Estado. A mesma energia que fazia brotar barracas, improviso e comércio nas praias de Salvador se transformou em comunicação digital. O celular substituiu o tabuleiro, e o conteúdo virou mercadoria simbólica. É nesse contexto que surge O Corre

