Tunísia, a embriaguez do possível
Pouco menos de um ano após o suicídio de Mohammed Bouazizi em Sidi Bouzid, que acendeu a chama das revoltas árabes, a Tunísia vai às urnas. Confusa, a campanha eleitoral se desenvolve diante de um cenário de emergência social. Alegria e vertigem diante da página em branco; esperança de uma democracia árabe e muçulmanaSerge Halimi

