O Brasil como ponta de lança do neofascismo no Sul Global
Dentro desse quadro instável e grave, tudo parece indicar que estamos frente a uma das eleições mais consequentes das últimas décadas

Dentro desse quadro instável e grave, tudo parece indicar que estamos frente a uma das eleições mais consequentes das últimas décadas
O que os aproximava não é uma identidade comum, mas uma pergunta compartilhada: como construir autonomia dentro de uma ordem internacional criada pelos impérios?
A falta de uma relação oficial entre o Haiti e a China aparece como algo sintomático para um país caribenho espoliado pelo colonialismo europeu e pelo imperialismo estadunidense
Ler, escutar e dialogar com outras perspectivas teóricas constitui fundamento da própria prática científica. Isso implica reconhecer limites e potencialidades de cada campo teórico, sem absolutizações ou pretensões hegemonizantes
A ajuda externa pode tanto aliviar quanto aprofundar os problemas estruturais do país, destacando alternativas para uma cooperação verdadeiramente emancipatória
Este texto se opõe às soluções apresentadas pelo multilateralismo institucional e aponta para a necessidade de protagonismo do Sul Global com o Haiti, país que simboliza um território cujas lutas anticoloniais e antirracistas constituíram verdadeiros marcos revolucionários da história da humanidade
Caracas, 03 de janeiro de 2026! Data histórica em que as veias abertas da América Latina voltaram a sangrar. O grasnido de morte voltou a ecoar pelas terras da mátria latina! O Big Stick mais pesado e mortal do que nunca, agitado por um hipócrita ancião belicoso com alma de cowboy! Que reivindica tudo a sua volta, como seu grande quintal!
No contexto atual de fragmentação geopolítica, a próxima liderança da ONU precisará atuar como uma ponte capaz de conectar as demandas urgentes do Sul Global às estruturas de poder das grandes potências
A recente ampliação do aparato militar norte-americano no Mar do Caribe, justificada pelo discurso de enfrentamento ao tráfico de drogas e de proteção da democracia frente ao governo de Nicolás Maduro, indica a retomada de uma doutrina hemisférica de primazia e contenção, típica da Guerra Fria
O futuro da universidade depende de um duplo movimento: por um lado, reinventar-se diante das pressões financeiras e tecnológicas; por outro, reconhecer que os países em desenvolvimento não possuem apenas carências, mas também potencialidades específicas para propor novos modelos universitários mais inclusivos, descolonizados e socialmente enraizados sem perder de vista a liberdade de crítica e a autonomia do pensamento
No atual cenário internacional, a respeito do qual tanto se fala, e pouco se inova, o BRICS PLUS pode ser algo ainda não experimentado – e como podem contribuir Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, mais Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com mais dez associados: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Vietnã, Uganda e Uzbequistão?
Um sistema internacional que naturaliza a morte quando ela se dá em territórios esquecidos do Sul global