O que falta para o Haiti cooperar com a China?
A falta de uma relação oficial entre o Haiti e a China aparece como algo sintomático para um país caribenho espoliado pelo colonialismo europeu e pelo imperialismo estadunidense

A falta de uma relação oficial entre o Haiti e a China aparece como algo sintomático para um país caribenho espoliado pelo colonialismo europeu e pelo imperialismo estadunidense
Ler, escutar e dialogar com outras perspectivas teóricas constitui fundamento da própria prática científica. Isso implica reconhecer limites e potencialidades de cada campo teórico, sem absolutizações ou pretensões hegemonizantes
A ajuda externa pode tanto aliviar quanto aprofundar os problemas estruturais do país, destacando alternativas para uma cooperação verdadeiramente emancipatória
Este texto se opõe às soluções apresentadas pelo multilateralismo institucional e aponta para a necessidade de protagonismo do Sul Global com o Haiti, país que simboliza um território cujas lutas anticoloniais e antirracistas constituíram verdadeiros marcos revolucionários da história da humanidade
Caracas, 03 de janeiro de 2026! Data histórica em que as veias abertas da América Latina voltaram a sangrar. O grasnido de morte voltou a ecoar pelas terras da mátria latina! O Big Stick mais pesado e mortal do que nunca, agitado por um hipócrita ancião belicoso com alma de cowboy! Que reivindica tudo a sua volta, como seu grande quintal!
No contexto atual de fragmentação geopolítica, a próxima liderança da ONU precisará atuar como uma ponte capaz de conectar as demandas urgentes do Sul Global às estruturas de poder das grandes potências
A recente ampliação do aparato militar norte-americano no Mar do Caribe, justificada pelo discurso de enfrentamento ao tráfico de drogas e de proteção da democracia frente ao governo de Nicolás Maduro, indica a retomada de uma doutrina hemisférica de primazia e contenção, típica da Guerra Fria
O futuro da universidade depende de um duplo movimento: por um lado, reinventar-se diante das pressões financeiras e tecnológicas; por outro, reconhecer que os países em desenvolvimento não possuem apenas carências, mas também potencialidades específicas para propor novos modelos universitários mais inclusivos, descolonizados e socialmente enraizados sem perder de vista a liberdade de crítica e a autonomia do pensamento
No atual cenário internacional, a respeito do qual tanto se fala, e pouco se inova, o BRICS PLUS pode ser algo ainda não experimentado – e como podem contribuir Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, mais Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, com mais dez associados: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Vietnã, Uganda e Uzbequistão?
Um sistema internacional que naturaliza a morte quando ela se dá em territórios esquecidos do Sul global
Ucranianos partem do diagnóstico de que os povos que sofreram formas de opressão várias são mais equipados para entender seus esforços por autonomia
Depois de cultivar por muito tempo uma diplomacia autônoma, a França agora não para de se alinhar ao restante do Ocidente. Nos conflitos na Ucrânia e em Gaza, ela não se distingue dos Estados Unidos e dos europeus. As recomposições geopolíticas em curso e a afirmação dos países do Sul justificariam, ao contrário, a perseguição de um caminho francês inspirado em De Gaulle e Mitterand