Mudança favorável na Ásia
O desarmamento nuclear da Coreia não deve se tornar um pré-requisito para a realização de outros aspectos da negociação: suspensão de manobras militares de ambos os lados, levantamento de sanções econômicas, tratado de paz.

O desarmamento nuclear da Coreia não deve se tornar um pré-requisito para a realização de outros aspectos da negociação: suspensão de manobras militares de ambos os lados, levantamento de sanções econômicas, tratado de paz.
A situação geral demonstra o que as elites norte-americanas, britânicas e europeias, traumatizadas com a eleição de Trump e com o Brexit, sempre se negam a admitir: o autoritarismo não nasce do nada. A aposta da elite brasileira está condenada ao fracasso e acelera a chegada ao poder de um personagem que encarna uma verdadeira ameaça
A eleição legislativa de 6 de novembro próximo marcará uma nova etapa da polarização política dos Estados Unidos, esse turbilhão que precipitou nos últimos dois anos a desestabilização da ordem internacional. A votação determinará o destino do ocupante da Casa Branca.
Destinado a normalizar as relações entre Estados Unidos e Rússia, o encontro de Trump com Putin no dia 16 de julho aumentou a confusão. Empurra-se assim Moscou um pouco mais aos braços de Pequim, apesar do desequilíbrio entre as duas potências. Rússia e China reforçam suas conexões, mas defendem seus próprios interesses, que nem sempre coincidem
Em um estado muito pobre como a Louisiana, manchado por vazamentos de petróleo, a maioria da população vota em candidatos que combatem os benefícios sociais e a proteção ambiental. Socióloga, Arlie Hochschild investigou esse paradoxo. Meses depois da publicação de seu estudo, Donald Trump ganhou com ampla vantagem as eleições na Louisiana
Durante o período em que dura a ordem da simbólica carnavalesca coroa-se um rei temporário, e na própria cerimônia que dá início a esse reinado efêmero já está também compreendida sua destituição
A esquerda norte-americana encontra aliados inesperados em sua luta contra Donald Trump: os serviços de inteligência. Em guerra aberta contra o atual presidente, a quem acusam de conluio com a Rússia, estes não hesitam em se apresentar como a última trincheira da democracia. É preciso, contudo, ser acometido de amnésia para aceitar tal discurso…
Em 8 de maio de 2018, o presidente dos Estados Unidos decidiu, conforme os desejos de Israel e da Arábia Saudita, rasgar a assinatura de seu país e lançar uma disputa de poder com o Irã. O ex-empreiteiro nova-iorquino está acostumado a fazer apostas perigosas, a desdenhar da lei e a trair parceiros de negócios. Mas, desta vez, é a paz de toda uma região que está ameaçada
No dia 24 de maio, Donald Trump anunciou a anulação de seu encontro com Kim Jong-un, marcado para 12 de junho. Para além das artimanhas retóricas destinadas a arrancar concessões da outra parte, os dois divergem a respeito do método para desnuclearizar a península. Já o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, não poupa esforços para fechar um acordo de paz
Nossos infindáveis moinhos de orações concluíram desse episódio que seria preciso haver mais da Europa. Mas, quanto mais esta se expande e se institucionaliza, menos resiste às ordens norte-americanas.
Há um ano a ascensão de Donald Trump ao poder modificava a posição dos Estados Unidos em variados assuntos: acordos comerciais, clima, confronto com a Coreia do Norte e com o Irã, alinhamento incondicional a Israel. Porém, a ruptura comporta diversos elementos de continuidade em relação às escolas históricas da diplomacia norte-americana
O Our Revolution está enviando uma mensagem à classe dos bilionários: “Vocês não podem ter tudo. Não podem ter enormes isenções de impostos, enquanto crianças neste país passam fome. Não podem continuar enviando empregos para a China, enquanto milhões de norte-americanos estão à procura de trabalho. Não podem esconder seus lucros nas Ilhas Cayman e em outros paraísos fiscais, enquanto existem enormes necessidades não satisfeitas em todos os cantos desta nação. Sua ganância tem de acabar. Vocês não podem aproveitar todos os benefícios da América e se recusar a aceitar suas responsabilidades como norte-americanos”.