Estado de São Paulo é condenado a se desculpar pela chacina de Osasco e Barueri
Decisão justiça estadual é de primeira instância e está longe de um desfecho. “Só gostaria que parassem de matar”, diz mãe de vítima

Decisão justiça estadual é de primeira instância e está longe de um desfecho. “Só gostaria que parassem de matar”, diz mãe de vítima
A primeira morte é imediata. A segunda começa mais tarde, quando os mortos se transformam em números, as ruínas desaparecem e já quase ninguém lembra quem viveu ali
Em um pequeno território, a extrema direita brasileira e latino-americana procura se espelhar para conseguir publicidade e popularizar suas pautas para um público maior
Suponho que ante a escalada da violência nas universidades públicas brasileiras, fervilha um questionamento: por que determinados grupos humanos se sentem autorizados a perpetrar aquilo que chamo aqui de “coesão violenta”?
Esses tipos de agressões coletivas não são apenas explosões espontâneas, mas métodos de controle social utilizados para restaurar uma suposta ordem moral por meio da eliminação de indivíduos considerados indesejados
O Brasil precisa aprimorar a investigação e a responsabilização dos autores de violência contra pessoas LGBTQIA+
Os crimes de tortura e até de manuntenção das condições degradantes de trabalho não devem ser observados apenas como violação pontual, mas como parte de uma articulação sistemática que desenha a letalidade de determinados sujeitos como um modelo a ser seguido na lógica do capitalismo racial
Quando a dor deixa de ser um chamado e passa a ser um problema individual, o caminho para a exploração está pavimentado
Articulador do assassinato de Raimundo dos Santos Rodrigues, trabalhador rural negro e líder comunitário no Vale do Pindaré, é condenado a 35 anos de prisão pela justiça maranhense; persistência das comunidades locais e das organizações que acompanharam o caso foi decisiva
O racismo segue estruturando a política de segurança pública, cujo discurso reverbera diariamente na tela da TV
Nas últimas semanas, os grandes meios de comunicação franceses se divertiram apresentando a esquerda radical como um novo fascismo, intolerante, faccioso e assassino. Essa manobra simbólica faz esquecer a existência de uma ultradireita identitária e carregada de ódio, que se espalha pelas redes sociais, consolida seus redutos e cultiva um ideal de reconquista pela força
Em Não volte sem ele, o autor cearense lança mão da ficção histórica para iluminar um dos episódios mais silenciados da história brasileira