O Brasil onde a dor virou rotina
Mas “felicidade”, aqui, não é euforia: é política pública

Mas “felicidade”, aqui, não é euforia: é política pública
Se os nomes fossem divulgados, poderíamos identificar quantas dessas pessoas são inocentes e quantas não têm qualquer relação com o crime. Mas, sem isso, elas seguem reduzidas a simples números pela mídia
Neste dia 15 de agosto, às 14 horas, audiência pública virtual discute a violência do regime militar sobre os descendentes de perseguidos políticos. O evento será transmitido pelo canal do YouTube do Conselho Nacional de Direitos Humanos e da Cidadania (CNDH)
Esses corpos, jovem, negro, periférico, dissidente sexual, não foram mortos por acaso. Foram mortos porque estavam vivos e presentes onde o Estado e a sociedade esperam submissão ou silêncio
Política de intervenção militarizada, marcada pela violência e exploração, reflete a continuidade do racismo colonial que permeia a política externa dos Estados Unidos até hoje. Confira no segundo artigo de abertura da série Haiti em foco
A série não é apenas sobre um crime adolescente. É um documento sobre o colapso das relações humanas, sobre a urgência de se promover uma nova cultura de paz, escuta e prevenção em saúde mental
Programas de vigilância se espalham por todo o país e revelam o que está por trás do discurso de segurança pública. Confira em novo artigo do especial “Algo de novo sob o sol? Direito à Comunicação no primeiro ano do atual governo Lula”
Novo artigo da série “Algo de novo sob o sol? Direito à Comunicação no primeiro ano do atual governo Lula” mostra que dados produzidos por organizações sociais e sindicais apontam redução dos índices de violência contra a imprensa; no entanto, cenário ainda é preocupante
Na Palestina, o tempo dos castigos coletivos nunca acabou. Há décadas Israel destrói casas de palestinos acusados de terrorismo, antes de qualquer condenação judicial
Mais de 1.400 sequestros e 2.500 mortes só em Porto Príncipe em 2023. Aos flagelos dos terremotos, dos furacões, da cólera e do vampirismo da “ajuda internacional”, soma-se agora o da violência das gangues. A longa descida ao inferno do Haiti, que o ensaísta Serge Quadruppani pôde testemunhar durante uma estadia em 1999, continua. Ele retomou suas anotações da época para imaginar esta narrativa de ficção
Até meados da década de 2010, o Equador apresentava níveis de homicídios singularmente baixos. Agora, o pequeno país andino é um dos mais perigosos da América do Sul. Impulsionada pelo retorno dos conservadores ao poder em 2017, essa virada para a violência favoreceu seu candidato no segundo turno das eleições presidenciais de outubro. Como explicar esse paradoxo?
Violência se dá de diferentes formas e nem sempre é possível detectar o abuso