Diplô Online
“Hiperpolítica”, de Anton Jäger, mostra corpo politizado e cabeça vazia do século 21
Convivemos pouco, ou quase nada, com o outro. E essa parece ser a explicação mais adequada para a época que vivemos, que Jäger classifica como “hiperpolítica”
Quem ensinou o professor a ter medo?
Que tipo de escola estamos construindo quando ensinar determinadas coisas exige coragem?
Nossa Senhora Aparecida e a gramática eleitoral da reta final da campanha
Entre a memória afetiva dos católicos, a disputa por símbolos religiosos e a instrumentalização da fé, a padroeira do Brasil entra na última semana da eleição de 2026
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Quem tem direito de criar?
Democratizar os meios de produzir não democratiza o repertório acumulado antes da produção. Derruba uma porta, não as desigualdades que cada pessoa carrega ao atravessá-la
A Onda Verde mudou a América Latina, mas é preciso defender o que conquistamos
Neste 28 de setembro, Dia Internacional do Aborto Seguro, vitórias merecem ser celebradas. Mas o momento também exige uma reflexão: as eleições brasileiras importam para os direitos reprodutivos, mesmo quando o aborto não está no centro da campanha
Como os direitos humanos nos tornam sujeitos de direitos
Os Direitos Humanos constituem o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo – e não são favores concedidos pelo Estado, mas obrigações que ele tem para com os cidadãos
Acácio Augusto: “Precisa existir, no campo das lutas sociais, a dimensão do inegociável”
Cientista político e professor da Unifesp reflete nesta entrevista sobre seu novo livro, Revolta e antipolítica: anarquia!
O cerco dos EUA à China e a blindagem eurasiana do Irã
O conflito atual não é apenas uma escalada militar ou uma crise regional, mas a expressão da disputa entre um modelo tradicional de poder, baseado na coerção e na superioridade tecnológica, e outro mais difuso, resiliente e descentralizado
O Brasil e a resistência democrática
O discurso de ódio, a perseguição às minorias e a banalização da violência deixam de ser desvios ocasionais para integrar estratégias permanentes de dominação política.
As diferenças substantivas nas formas de organização do trabalho entre “entregadores de plataformas”
Embora as categorias de trabalhadores possam ser compreendidas como participantes de formas contemporâneas de trabalho mediado por plataformas digitais, suas experiências laborais não são equivalentes
Entre o silêncio e a resistência: a trajetória de Marina, um corpo que a História deixou marcas
Mil novecentos setenta cinco é o primeiro romance do escritor Cristiano Santiago Ramos, publicado pela Editora Patuá. O autor estreou na literatura em 2015, com o livro de poemas Muito Antes da Meia-Noite
O racismo em código
A Copa do Mundo de 2026 revelou que a supremacia branca substituiu os discursos explícitos por uma gramática de símbolos, gestos e códigos que naturaliza o preconceito e desafia as democracias contemporâneas
Por que todos devemos conhecer mais sobre o Planejamento Espacial Marinho?
Com o avanço das tecnologias e a crescente demanda por energia, minerais e alimentos, os mares tornaram-se uma das principais fronteiras econômicas e geopolíticas
Colonialismo de gênero e exclusão epistêmica frente ao subfinanciamento da ciência feminina na América Latina
A sub-representação decisória se desdobra na invisibilização de patentes e inovações tecnológicas de autoria feminina, as quais enfrentam maior ceticismo por parte do mercado de capitais e de incubadoras regionais
Preços silenciosos: sigilo não é política de acesso
A estratégia de confidencialidade de preços promovida pelo Ministério da Saúde e órgãos de controle transfere a lógica do segredo para o Estado, asfixia o controle social e blinda as margens de lucro abusivas das grandes farmacêuticas
“Ser autista está na forma como seguro o garfo. Por que não estaria na minha literatura?”
Vencedora do Prêmio LOBA 2025, Milena Martins Moura defende uma representação não didática da neurodivergência na poesia
Uma agenda pendente da reforma tributária
É indispensável que o Congresso Nacional aprove uma lei complementar para regulamentar a destinação futura dos recursos dos Fundos de Combate à Pobreza
O que separa o perigoso do diferente?
Em uma sociedade cada vez mais polarizada, a convivência entre liberdade, pluralidade e proteção contra discursos e práticas destrutivas tornou-se um dos maiores desafios das democracias e das organizações. Como distinguir a discordância legítima de comportamentos que ameaçam as próprias regras da convivência?
Resenha de ‘Sangue de Cabra’, de Mylena Queiroz
A obra traz um clima insólito, em que o pano de fundo é a violência contra a mulher, mas sempre através de uma narrativa fora da curva
O custo ambiental de ocupar
Quando determinados empreendimentos passam a ocupar extensas áreas naturais, surge um questionamento inevitável: quais interesses prevaleceram para que essa ocupação se consolidasse e quais foram os custos invisibilizados durante esse processo?
Literatura, luto e finitude: Lilian Dias fala sobre os atravessamentos emocionais de seu novo romance
Obra da autora retrata a relação íntima entre um titereiro e seus bonecos enquanto revisita amores, perdas e a beleza da despedida
Por que a redução da maioridade penal no Brasil alimenta as engrenagens do crime organizado?
Diante de um sistema prisional falido e de facções criminosas hipertrofiadas, a redução pura e simples da maioridade penal surge não como solução de contenção, mas como um perigoso mecanismo de retroalimentação da própria violência urbana
Políticas públicas e poder popular
Experiências latino-americanas mostram o potencial do reconhecimento do trabalho sociocomunitário, da participação popular e da territorialização das políticas para fortalecer processos de organização coletiva
Lionel Messi e o silêncio que grita ao mundo sobre aquilo que não é dito!
A Copa do Mundo deveria ser uma celebração da comunhão, da alegria e da pluralidade, que deveria ser de todos e para todos, em torno do esporte mais democrático e popular do planeta
O Brasil precisa consolidar suas políticas para o desenvolvimento
Como elevar a produtividade da economia brasileira de forma territorialmente distribuída, reduzindo desigualdades sem renunciar à competitividade?
As prioridades do Congresso quando o assunto é infância
O que o Congresso tem escolhido como prioridade quando crianças e adolescentes entram em pauta?
Mulheres como agentes da resiliência climática que deveriam estar no centro das decisões
O ponto não é trocar a imagem da vítima pela imagem da heroína. É entender que vulnerabilidade não é sinônimo de passividade

