Diplô Online
O Rio, a Garota de Ipanema e a necropolítica
Os recursos do Estado devem ser usados com planejamento, inteligência e para buscar atingir os líderes e criminosos de “alto escalão” que atuam em toda a cidade em favor do crime organizado. Mas não é isso que se observa nos últimos anos na cidade do Rio de Janeiro. Há tempos o poder público promove várias ações semelhantes que não desmantelam as facções do crime organizado
O massacre da Penha e a necropolítica como política oficial do Rio de Janeiro
Um governo que aposta na morte como espetáculo e na brutalidade como política pública
Descolonizar o patrimônio comum: por uma ética compartilhada nas profundezas
Sob o pretexto de explorar o “patrimônio comum da humanidade”, o fundo do mar torna-se o espelho submerso da colonialidade global — e a América Latina, o seu possível lugar de resistência
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Ruh al-ruh (“Alma da minha alma.”)
Alma da minha alma.” O mundo ouviu essas quatro palavras e, nelas, um abismo — e um chamado. A história de Khaled e Reem tornou-se símbolo da humanidade inquebrantável de um povo que insiste em amar, resistir e sobreviver
O contemporâneo do forró
Em quais termos a polarização entre tradicional e contemporâneo se aplicaria ao forró? Haveria um limite no cabo de guerra entre os dois termos?
A quem interessa a desregulamentação da política urbana?
O discurso neoliberal do urbanismo vem sendo cada dia mais legitimado. Se fala muito em formas construídas, liberdade ao mercado imobiliário e a um ‘caos’ urbano ‘planejado’ pelo Estado. Sobra cinismo e falta coragem para falar sobre capitalismo, neoliberalismo, trabalho e proteção social
Como a infância sem acesso gera adultos despreparados
Cortar livros é cortar oportunidades, é empobrecer o repertório cultural, científico e social de milhões de crianças
Sob o signo do “direito de sangue”
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
Teu lugar é a produção
No pós-guerra, o Estado alemão, assumiu, em nome das empresas, o papel de recrutador de mão-de-obra estrangeira. O modelo criou a figura do imigrante descartável, sem direitos sindicais e com permanência se possível limitadaAlbrecht Kieser
Algo de novo em Genebra
Em paralelo à reunião dos chefes de governo dos dois continentes, um encontro entre movimentos sociais reflete as mudanças no cenário latino-americano e debate a hipótese de um comércio internacional solidárioBernard Cassen
Qual canção de protesto?
A lista dos artistas que compõem contra a guerra e o poder aumenta todos os dias. Mas em em meio a esta explosão saudável, ressurge um debate: mensagens anticapitalistas não requerem, também, uma nova forma musical?Jacques Denis
As máquinas de lavar dinheiro
O affaire Clairstream, que compromete o governo francês, é uma ponta de iceberg. Por que o «branqueamento» de recursos ilícitos, que multiplicou o poder das grandes redes criminosas, crescerá, se seu combate for reduzido a um capítulo da «guerra contra o terrorismo»Ibrahim Warde
Fraqueza, declínio e… guerra?
Condenado pelos próprios militares, o possível ataque contra o Irã é uma aventura alimentada pela necessidade de resgatar o prestígio de Bush e pela inexistência de uma oposição realAnatol Lieven
A revolta de Brest
A história da rebelião operária que perturbou a esquerda francesa, em agosto de 1935. A partir dos fatos, uma pergunta: é justo refrear os movimentos sociais, em busca de vitórias nas urnas?Benoît Kermoal
Quem são os "estrangeiros"
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser
Sob o signo do "direito de sangue"
Quase um em cada dez habitantes da Alemanha é estrangeiro. Indispensáveis na economia, eles são, porém, privados de direitos sociais e desestimulados de desenvolver sua identidade culturalAlbrecht Kieser
Um adeus francês à África?
Incapaz de promover de fato os direitos humanos e o desenvolvimento, associada com freqüência a governantes antidemocráticos e corruptos, a França vê suas zonas de influência na África ameaçadas pelos Estados Unidos e ChinaDelphine Lecoutre, Admore Mupoki Kambudzi
Quem são os “estrangeiros”
Entre eles estão, segundo as estatísticas e a lei, 1,5 milhão de pessoas nascidas no país… A entrada de “repatriados tardios” e de migrantes não recenseados torna os números ainda mais precáriosAlbrecht Kieser
Cinqüenta anos do Clube de Paris
O que é, como se criou e como funciona o grande cartel dos países que emprestam (e cobram caro…) do Terceiro Mundo. Por que surgiu, na cena internacional, uma brecha para contestar seu poderDamien Millet, Eric Toussaint
Planeta Futebol
O futebol é o esporte político por excelência. Ele se situa na encruzilhada de questões capitais como pertencimento, identidade, condição social e até mesmo, por seu aspecto sacrificial e místico, a religiãoIgnacio Ramonet
A caminho da desumanização
Ao desafiar as grandes conquistas civilizadoras do século 20, as “novas” relações de trabalho destróem a solidariedade, invadem o espaço privado, solapam relações com amigos e família e impõem uma ética que valoriza a submissãoDanièle Linhart
Hamas: a prova do poder
Radiografia de uma crise sem fim: as razões da vitória do Hamas, as pressões internacionais sobre o novo governo, os riscos de um conflito entre os próprios grupos árabes e a hipótese de um acordo que restaure a luta pela libertação nacionalWendy Kristianasen
Como a Europa recebe o outro
Um panorama das políticas adotadas pelos países europeus para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, e para reconhecer (ou não…) seus direitos políticos e culturaisCláudio Bolzman, Manuel Boucher
Quem são os insurgentes?
Três anos depois da invasão de seu país pelos EUA, a resistência iraquiana mudou. Já não promove espetáculos brutais, como as decapitações. Mas, ao contrário do que diziam os EUA, a guerra deu vida nova à Al-QaedaMathieu Guidère, Peter Harling
O fantasma da desigualdade
Num país que se orgulhava de sua coesão social, um número cada vez maior de trabalhadores jovens vive acossado pela desigualdadeOdaira Namihei
GM, chantagem explícita
Como a maior empresa automobilística do mundo usa a ameça de demissões para impor a seus funcionários rebaixamentos de salários, aposentadorias e assistência socialRick Fantasia
Quem topa produzir por menos?
Na lógica da OMC, só os preços devem regular o comércio internacional. No Caribe, isto inviabilizou a pequena produção camponesa, que assegurava ótimas condições de trabalhoSamy Archimede

