Diplô Online
Capitalismo autofágico
Se o capital é finito e sua criação não é natural, como os mais ricos aumentam suas fortunas dia após dia?
Educação popular e experiência de resistência na Amazônia
A educação libertadora tem entre seus princípios a dialogicidade, a problematização e a reflexão crítica. Onde o diálogo é o instrumento que possibilita desvelar um contexto a partir dos diferentes pontos de vista dos envolvidos, trazendo à tona a problematização
Plataformas digitais, criadores de conteúdo e os desafios do direito do consumidor
A recomendação feita por um criador de conteúdo configura relação de consumo?
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Sobre a morte: desconstruindo a falácia da batalha perdida
Preta Gil não perdeu nenhuma guerra. Ela viveu. Viveu com intensidade, com amor, com dignidade
Pressão estética como sadfishing no vazio em Ultra HD
Como uma indústria que praticamente nunca entra em crise, mas, pouco a pouco, penetra não apenas no imaginário feminino, mas literalmente nos corpos das mulheres, pode ser vista como uma celebração do empoderamento feminino, e não como um filme grotesco de body horror?
Fantasia distópica Verty Society é extensão lógica e dolorosa de onde já estamos
Livro aborda uma Terra futurista onde a paz de seus habitantes é garantida por meio da supressão da liberdade. Mais do que uma obra de ficção, é um libelo contra homofobia e a repressão institucionalizada
Uma política pública para o presente e o futuro das periferias brasileiras
Faz sentido pensar que a população tem direito a acessar a uma cidade mais organizada, bem planejada, em que suas demandas sejam escutadas e suas necessidades cidadãs sejam observadas?
As florescentes indústrias do medo permanente
A guerra contra o terrorismo fortalece um projeto de sociedade que ameaça as liberdades civis e é gerido pela colaboração sem limites de instituições públicas com poderes privados, que encontram na gestão do medo uma reserva durável de lucroDenis Duclos
Abandonar Gaza para segurar a Cisjordânia
Apesar da extremista oposição dos colonos contra a retirada e de suas ameaças de confronto com o exército, tudo pode não passar de uma simples demonstração de força para evitá-la, no futuro, na Cisjordânia, onde as colônias não param de aumentarMeron Rapoport
Londres, Bagdá
As conseqüências trágicas para os britânicos do alinhamento de Blair com o belicismo de Washington, apesar da grande oposição popular à guerraIgnacio Ramonet
A China sacode a ordem mundial
Com uma diplomacia bastante flexível, a China busca construir as condições para um mundo multipolar e para se firmar como referência asiáticaMartine Bulard
O inferno nas maquiadoras
Nas confecções instaladas em países da América Central, como a Guatemala, reina a repressão ao movimento sindical e a superexploração da mão-de-obraPhilippe Revelli
O corpo de Che
Pela primeira vez, 38 anos depois, o relato da chegada do corpo do revolucionário recém assassinado pelo exército boliviano, sob orientações de oficiais norte-americanos e de agentes da CIA, antes de sua apresentação para a mídia internacionalRichard Gott
Sujeira na água das cidades
Como a privatização dos serviços de saneamento fizeram lucros estratosféricos de milhões de euros para empresas francesas e prejudicaram milhões de cidadãosMarc Laimé
Declarar a pobreza ilegal
Durante a reunião do G8, em Gleneagles (Escócia), no iltimo mês de julho, importantes manifestações aconteceram em diversas partes do mundo – dentre as elas, o mega-festival Live 8, que aconteceu no dia 2 de julho simultaneamente em Londres, Paris, Roma, Berlim, Moscou, Joanesburgo, Tóquio, Filadélfia e Toronto para pedir o fim da pobreza na África. O objetivo dessas manifestações era fazer pressão sobre os dirigentes das oito principais potências econômicas do planeta e lhes forçar a erradicar a pobreza. Os esforços foram em vão. Entretanto, as soluções existem. E para colocá-las em prática, bastaria primeiro declará-la ilegal, proibindo a existência de pobres em todos os cantos do mundoRicardo Petrella
Os demônios do Demônio
Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundoEduardo Galeano
Hiroshima, 6 de agosto de 1945
O norte-americano John Hersey foi um dos primeiros jornalistas estrangeiros a chegar ao local onde explodiu a primeira bomba nuclear da história, matando, de um só golpe, 100 mil pessoas e provocando formas inéditas e terríveis de sofrimento humano. Publicado primeiramente no New Yorker, seu testemunho é considerado um dos clássicos da reportagem de guerra
O sucesso de uma luta mundializada
Em El Salvador, uma maquiadora se torna exemplo de organização sindical, mas ainda enfrenta boicote e concorrência aviltantePhilippe Revelli
O que estamos fazendo no Iraque?
Após 27 meses de ocupação americana e da escalada de violência e mortes que acarreta por todos os lados, a guerra inventada por Bush segue vitimando também os norte-americanos, sua juventude, suas liberdades e seu modo de viverHoward Zinn
Em defesa da refundação democrática
Se a Europa realmente deseja ser uma idéia nova e levada por seu povo, é na inovação democrática que ela deve se distinguir antes de tudoBernard Cassen
A grande virada de Washington e o fim liberalismo
A globalização, considerada como a unificação da economia mundial sobre um paradigma neoliberal, parece chegar ao fim. Os sintomas de sua desintegração são múltiplos, mas seu principal agente são os Estados Unidos de BushPhilip S. Golub
Sem emprego e sem futuro
As políticas de recolocação no mercado de trabalho, de matriz norte-americana, ganham força na Europa. E os desempregados ficam abandonados à própria sorteAnne Daguerre
A política de "instabilidade construtiva" de Bush
Apostando no comunitarismo para enfraquecer os países e as forças opostas à sua hegemonia, impondo-se como instigador e árbitro de verdadeiras guerras civis de baixa intensidade, os Estados Unidos estimulam uma desestabilização que dificilmente poderão controlarWalid Charara
A ebulição libanesa
O assassinato de Rafic Hariri propiciou a Washington um pretexto suplementar para aumentar a pressão sobre Damasco. Teriam seus assassinos consciência de que estavam oferecendo de bandeja, à “comunidade internacional”, o destino de regime sírio?Ignacio Ramonet
O absurdo estatuto do Banco Central
Para fazer parte da união monetária, é necessário se subordinar ao masoquismo macro-econômico conservador, dogmático, anti-democrático e auto-imposto sobre as economias da zona do euro e que não pode enfrentar os problemas resultantes da supremacia do dólarJohn Grahl
Alertas na Coréia
Economia em crise, tensões sociais agravadas pelos efeitos da globalização e ameaça nuclear provocada pelo endurecimento dos Estados Unidos em relação ao regime norte-coreano jogam os sul-coreanos em um contexto perigosoIgnacio Ramonet
Os xiitas divididos entre Bagdá e Teerã
A vitória do aiatolá Sistani nas eleições iraquianas faz surgir a crença de uma “ameaça xiita” – que não leva em conta a diversidade e as divisões políticas e religiosas no seio das comunidadesAhmad Salamatian

