Diplô Online
Lições de Clausewitz para Trump
Em um cenário internacional marcado por tensões constantes, a guerra segue ocupando lugar central nas manchetes e nas disputas geopolíticas do século XXI. Longe de ser um fenômeno puramente militar, os conflitos armados revelam, sobretudo, decisões políticas, interesses estratégicos e leituras – muitas vezes equivocadas – da realidade
Nós queremos pesquisadores negros e negras, queremos participar
O problema da desigualdade racial na ciência não decorre da ausência de soluções, mas da ausência de decisão política
O que nos lembra a maior tragédia trabalhista do Brasil
O crime ambiental do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, não se trata apenas de um dos maiores desastres humanitários e ambientais do Brasil, mas, também, da maior tragédia laboral da história do país
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O que é mesmo que chamamos de polarização?
Este texto se ancora em uma pesquisa que desenvolvida no campo da Psicologia Social, em diálogo com a filosofia política, na qual se busca compreender os mecanismos afetivos e simbólicos de adesão a posições conservadoras no Brasil contemporâneo
Flávia Iriarte conversa sobre privilégio e violência em seu novo romance
Inspirado por uma experiência no Camboja, Instruções para desaparecer devagar investiga os limites da culpa individual diante das estruturas de gênero, classe e poder
Trabalho por aplicativos e o PLP 152/2025
A ausência de regulação no trabalho por aplicativos transfere riscos aos trabalhadores e custos à sociedade
A Igreja Universal na reconfiguração do campo político-religioso
Ao evitar o confronto direto, a IURD reafirma sua força, reorganiza suas disputas internas e mantém aberto o jogo político para 2026
Descolonizar o patrimônio comum: por uma ética compartilhada nas profundezas
Sob o pretexto de explorar o “patrimônio comum da humanidade”, o fundo do mar torna-se o espelho submerso da colonialidade global — e a América Latina, o seu possível lugar de resistência
Amazônia, entre o diálogo com o mundo e a urgência climática do século
O mundo precisa compreender que a Amazônia não é um vazio a ser ocupado, mas um território habitado
Cadê o dinheiro para o Clima?
A lógica colonial segue a mesma, o dinheiro não chega e a conta não fecha
A chacina fluminense e o estado permanente de guerra
No Brasil não temos pena de morte como mecanismo legal, mas existe uma autorização social, política e econômica para chegar nas favelas e regiões periféricas “atirando na cabecinha”
A dor da cor: a maior chacina da democracia brasileira e o Rio de Janeiro
Como uma megaoperação legitima a morte, ou mais ainda, as vidas que não podem ser consideradas ou perdidas, se não forem primeiro, consideradas como vida
Enquanto o mundo celebra o verde, o Rio respira cinzas
A contradição entre o discurso “verde” do Brasil às vésperas da COP30 e a realidade da violência racial nas periferias do Rio de Janeiro se evidencia nos massacres do Alemão e da Penha, que expõem como a necropolítica transforma vidas negras em alvos descartáveis. É preciso reafirmar: não há justiça climática sem justiça racial, nem sustentabilidade possível enquanto o Estado seguir devastando corpos e territórios
Amanhã a babá não trabalha
Nas coberturas à beira–mar, a vida segue, porque o sangue derramado não mancha o piso de mármore
A continuidade anti-capitalista entre Francisco e Leão XIV
Em vez da ruptura, Leão XIV propõe a continuidade anti-capitalista – uma fidelidade que se expressa não em slogans, mas em coerência espiritual e ética
Um retorno necessário na estrada da vida
O analfabetismo e a baixa escolaridade da população jovem, adulta e idosa ainda marcam a história deste país, que tendo proclamado a República em 1889, não tornou ainda republicana a garantia de direitos fundamentais, como o acesso à educação às pessoas pobres, pretas e periféricas
A esperança verde que vem de Belém
Realizar a conferência no coração da Amazônia é reconhecer que as respostas à crise climática passam pelos territórios e pelos povos que há séculos protegem a floresta
Notas sobre o perigo da sedução
Não há novidade aqui: a extrema direita global soube jogar o jogo erótico-político: ela mobiliza a retórica “justiceira” e “renovadora” (sic) com o suporte das capacidades virais e viris oferecidas pelas redes sociais
Lélia Gonzalez e o pacto racial do desenvolvimento
O pensamento de Lélia Gonzalez desvela o pacto racial que sustenta a modernidade latino-americana e inspira as marchas contemporâneas pelo Bem Viver
Solidariedade àqueles que atuam na cobertura da operação no Rio de Janeiro
Nota de solidariedade da Associação de Jornalismo Digital (Ajor) – da qual o Le Monde Diplomatique Brasil faz parte – a jornalistas e comunicadores que atuam na cobertura da operação mais letal da história do Rio de Janeiro
Quando a tela vira encontro: de que vive o cinema comunitário no Brasil?
Pesquisa inédita revela desafios do circuito de exibição muito além dos Kinoplex e das plataformas privadas de streaming
O Brasil já tem uma língua brasileira, em vez de língua portuguesa?
As lições do século II a.C. na Península Ibérica até o Modernismo brasileiro (século XX) e a contemporaneidade
A escolha de ser uma nação
O Flamengo, time de futebol com maior apelo popular e midiático do país, acredita que deva ser reconhecido como Nação simbólica pela ONU. O artigo abaixo debate e se posiciona sobre o tema de forma crítica e contundente
O papel atual dos mediadores invisíveis
Uma nova diplomacia emerge no conflito Israel-Hamas: privatizada, opaca e guiada por interesses econômicos, ela revela a crescente desestatização das relações internacionais e os riscos de uma mediação sem transparência democrática
Apesar das diferenças regionais, a preocupação com a defesa da democracia é compartilhada
Brasil e Colômbia têm a oportunidade de mostrar ao mundo que a defesa democrática é um exercício contínuo, no qual a sociedade civil desempenha um papel central
O princípio das ações coletivas e responsabilidades diferenciadas na transição
A transição energética não pode ser dissociada das questões de justiça social e direitos humanos
Capitalismo autofágico
Se o capital é finito e sua criação não é natural, como os mais ricos aumentam suas fortunas dia após dia?

