Diplô Online
Denúncia de transfobia do Brasil na CIDH
A discriminação e a transfobia em banheiros públicos no Brasil levou à denúncia do país na Comissão Interamericana de Direitos Humanos
Prefiro passar fome a não ser livre. Você concorda?
Vamos direto às fontes do pensamento liberal do século XX…
É hora de agir e sonhar
O mundo utópico das esquerdas passou a ser a defesa de democracias participativas e distributivas, instaladas em estados capitalistas.
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O Emprego na Era da IA
As ferramentas são capazes de auxiliar a rotina de diversos profissionais, mas o seu protagonismo vem sendo subestimado a ponto de negar a sua capacidade de substituição de trabalhadores
O fim da globalização como a conhecemos
O tarifaço não é só uma política econômica. É uma declaração de abandono das regras que sustentavam a hegemonia americana, não por falta de poder, mas por escolha. Em vez de liderar com instituições, os Estados Unidos ensaiam liderar pelo choque
Quando o diálogo inter-religioso vira alvo de censura
Ao atacar o padre Júlio Lancelotti, o deputado estadual Gil Diniz também ignora o papel histórico do sincretismo religioso no Brasil
Enquanto o povo morria de Covid-19, uma ditadura quase renascia
O julgamento no STF não é apenas sobre Bolsonaro e seus aliados. É sobre o direito de milhares de brasileiros de serem lembrados. É sobre garantir que nenhum governante possa novamente conspirar contra a democracia
Em busca da solução divina
Quem são os argentinos? De onde vêm? Como chegou, essa população, a um tal estado de desespero, de raiva e de depressão, que a faz marchar em frente aos bancos, cabeça baixa, ao sol, ou a leva a saquear supermercados?Pierre Kalfon
Aguardando as grandes mudanças
Em 20 anos, a sociedade senegalesa passou por várias e profundas crises: a criação do plano de ajuste estrutural, o plano de emergência que se seguiu, a desvalorização da moeda local em 1994 e a intensificação do êxodo rural nas décadas de 80 e 90Anne-Cécile Robert
A culpa é de Borges
Vargas Llosa é o único a conseguir a façanha de escrever um texto longo sobre a Argentina sem mencionar, uma só vez, o FMI, o Banco Mundial ou a Organização Mundial do Comércio, e muito menos, é claro, o governo norte-americanoVladimir Caller
Uma odisséia imprudente
Um livro que discute, principalmente, a busca pela justiça social nas Filipinas. Primeiro país asiático a se insurgir contra o imperialismo, jamais se libertou das relações feudais de propriedade e de poder que o acorrentavam – e acorrentam até hojePhilip S. Golub
Assimilação pela força no Sinkiang
Dezessete milhões de habitantes povoam a gigantesca região do Sinkiang: dois desertos encravados junto à cordilheira do Himalaia, na fronteira com a Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Quirguízia, Tadjiquistão, Paquistão, Afeganistão e o Tibete chinêsIlaria Maria Sala
Livrando-se do peso da herança
Nem o presidente da República nem o primeiro-ministro encontraram tempo para acompanhar o corpo de Léopold Sedar Senghor a Dacar, de volta à sua terra natal. Perderam a homenagem da França a um dos patriarcas da independência na ÁfricaPhilippe Leymarie
Mil e uma trapaças
Foi na hora da concordata que se tornaram visíveis as fraudes. E o exagero prodigioso dos lucros que provocou o colapso de um império cujo faturamento superava os 100 bilhões de dólares. Em um ano, a cotação na bolsa foi dividida por 350Tom Frank
Punir o crime ou a contestação?
Considera-se o aspecto não político da ação terrorista. Como o único elemento que distinguiria uma ação terrorista de uma ação de direito comum – a finalidade política da primeira – é ignorado, a definição de ação terrorista se torna impossívelJohn Brown
O caso estavudina
Representando 90% dos royalties arrecadados pela instituição, a estavudina – medicamento anti-Aids descoberto e patenteado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos – rendeu 261 milhões de dólares entre 1994 e 2000Philippe Demenet
Memórias de um fracasso
Três livros escritos por israelenses – que participaram de iniciativas diplomáticas na época – revelam novos detalhes das negociações de Camp David, ainda que os autores partilhem a linha de seu ex-primeiro-ministro, a qual ajudaram a elaborarAmnon Kapeliouk
O fascínio mortal do dólar
A dolarização surgiu, na Argentina, como uma resposta à calamidade da hiperinflação. Por meio da “lei da conversibilidade”, o presidente Carlos Menem e seu ministro das Finanças, Domingo Cavallo, instauraram a paridade entre o peso e o dólarMichel Husson
Fundamentalistas da Ásia Central
Desde 1996, para evitar que a dissolução da URSS e a criação de novas repúblicas na Ásia central envolvessem o Sinkiang num efeito-dominó, Pequim redobrou as iniciativas diplomáticas em relação a seus vizinhos para conter a ameaça islâmicaIlaria Maria Sala
Hikmet, a “árvore de olhos azuis”
Acho que foi em Londres, em 1954. Quatro anos depois de sua saída da prisão, nove antes de sua morte. Estava falando num comício, no Red Lion Square. Depois de dizer algumas palavras, pôs-se a ler poemas, alguns em inglês, outros em turcoJohn Berger
Jogando pesado
Entre 1980 e dezembro de 2000, o FMI colocou 71,3 bilhões de dólares à disposição dos países latino-americanos, que tiveram que lhe pagar 86,7 bilhões. O que significa um lucro de 15,4 bilhões de dólaresEric Toussaint
Pressões internacionais
A organização Non-Proliferation Trust (NPT) foi fundada por especialistas norte-americanos para defender e gerenciar o projeto de um depósito nuclear mundial na Rússia, que prevê a importação de 10 mil toneladas de resíduosNathalie Melis
Berlusconi
A queda de Bettino Craxi e Giulio Andreotti balançou com todo o sistema político que, em poucos meses, viu serem envolvidos em escândalos, perseguidos pela justiça, centenas de deputados, senadores e ex-ministros, expostos à execração pública…
De crise em crise
As origens das crises da dívida e os momentos em que surgem estão intimamente ligados à economia mundial. As fases que precedem a explosão correspondem, sempre, ao fim de um longo ciclo de expansão nos países mais industrializadosEric Toussaint
Greve de fome contra a solidão
Em meio século, nada mudou na Turquia, onde os presos políticos continuam fazendo greve de fome, não pela liberdade, como Nazim Hikmet, mas para recuperar a dignidade. Para defender o direito de viverem juntos, uma “presença comum”Nedim Gürsel
O “comunista romântico”
Com Paul Robeson e Pablo Neruda, Nazim Hikmet dividiu, em 1950, o Prêmio Mundial da Paz. ’In absentia’, pois o poeta turco, enfraquecido por uma longa greve de fome e com problemas cardíacos, não pôde se deslocar até VarsóviaCharlotte Kan
Dez dias que abalaram o país
Não houve golpe de Estado militar, mas um golpe de “civilidade” e, pela primeira vez – com os políticos no mais baixo índice de popularidade – o vazio deixado por radicais e peronistas não foi preenchido por um salvador da pátria fardadoDiana Quattrocchi-Woisson

