Diplô Online
Bolsonaro e o ineditismo de sua condenação
O primeiro ex-presidente da nova extrema direita a ser condenado por jurisdição nacional
Patentes, saúde e a pressão dos EUA
Washington busca endurecer regras de patentes, o que pode restringir a produção de genéricos e ameaçar tratamentos no SUS
Entre a proteção e a inconstitucionalidade
Lei de alienação parental: como equilibrar a proteção de diferentes grupos vulneráveis sem que um direito anule o outro?
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Tucanos em extinção: a direita moderada está morrendo?
Um gesto desesperado — tão mais simbólico quanto estratégico — que rompeu a polarização PSDB x PT e abriu caminho para a ascensão de novos atores e discursos: a direita radical, o lavajatismo, o populismo bolsonarista…
Se é ruim para o setor privado, é excelente para a educação brasileira
O que está em jogo não é a defesa de educação acessível, mas sim a manutenção de um modelo de negócios
Karl Marx, 207 anos
Marx nos lembra que o pensamento, quando cortado pela luta, pode transformar ruínas em terreno fértil
Quem são os cardeais preferidos da direita católica brasileira para o conclave?
Com a nova eleição em curso, as alas mais conservadoras e tradicionalistas visam sobretudo travar o jogo dos chamados “progressistas”, “reformistas” ou talvez até “bergoglianos”
A história secreta da NSA
O autor de Body of Secrets consegue persuadir o leitor de que a agência nunca teve por vocação principal proteger os Estados Unidos de ameaças, mas promover a guerra enquanto instrumento político, minando os “direitos fundamentais” dos outros paísesNicky Hager
Lições e desvios da moral
A dívida em relação ao passado se impõe. Somos solicitados a honrar uma certa memória para que sejamos responsáveis por ela, porém o convite tende a metamorfosear-se em imperativo e a responsabilização em culpaSamuel Tomei
Uma memória de luto
O sentido conferido à morte no campo de honra, procurando torná-la tolerável e convertendo-a em um símbolo, obscureceu-se à medida que aumentou a distância em relação ao evento. Essa morte, atualmente, é vista cada vez mais como uma perda irreparávelCarine Trevisan
Uma guerra de religiões?
A utilização desordenada, como se fossem sinônimos, dos termos islã, fanatismo, terrorismo, fundamentalismo, integrismo e islamismo, suscita, no mínimo, a confusão; ou, na pior das hipóteses, um racismo antimuçulmanoEric Rouleau
Solidariedade
Por ocasião da guerra das Malvinas, os Estados Unidos esqueceram a solidariedade devida a um país americano, prevista na Declaração da OEA, e apoiaram inequivocamente a agressão extra-continental de Margaret ThatcherMaurice Lemoine
Muçulmanos, cidadãos do mundo
Em parte, o Ocidente é responsável, mas não podemos negar nossa responsabilidade na escalada de um islamismo política e socialmente totalitário, organizado com base em grupos armados que fazem uma interpretação unilateral dos textos sagradosHicham Ben Abdallah El Alaoui
O Paquistão, um ator-chave
A escalada de um fundamentalismo islâmico radical no sul da Ásia é uma herança do apoio incondicional que os EUA deram, durante a guerra do Afeganistão, a Zia Ul Haq e aos seus serviços de informação, o ’Interservices Intelligence Directorate’ (ISI)Selig S. Harrison
Do triunfalismo ao desastre
Os Estados Unidos não compreenderam a verdadeira natureza das novas relações internacionais, nem a distância radical que separa sua visão ? de satisfação consigo próprios ? e o olhar que lhe lançam as outras nações e povos do mundoSteven C. Clemons
Em nome do choque de civilizações
Em 1993, um assessor do governo norte-americano advertia que o Ocidente (ou seja, os Estados Unidos) deveria preparar-se militarmente para enfrentar civilizações como o Islã e o confucionismo que, unidas, ameaçariam o coração do mundo ocidentalTariq Ali
Demitidas e iludidas
Por uma curiosa, mas clássica, reversão da relação entre causa e efeito, a responsabilidade pela perda do emprego era devolvida às mulheres demitidas. Um emprego “se merece”, ele depende da “empregabilidade”. Conseguiriam elas merecê-lo?Noëlle Burgi
O negacionismo dos manga
A ofensiva revisionista nos quadrinhos inscreve-se num contexto mais geral. A direita japonesa sempre contestou a visão “culpabilizante” do passado e rejeitou a idéia de agressão, negando as atrocidades cometidas pelo exército imperialPhilippe Pons
Televisão da compaixão
Em tempos de crise, a televisão não é apenas um meio de comunicação que traz informação. É também um palco onde se representam os principais atos da política. Na hora da compaixão e da vingança, discordâncias e diferenças não têm espaço no vídeoEric Klinenberg
“Somos todos norte-americanos”
Num programa gravado pela France Inter em Nova York, a jornalista de plantão relembrava a cada minuto o horário da Costa Leste. Visivelmente, ela se tornara uma das nossas. Todos norte-americanos, nós vivemos em Nova York e falamos todos inglêsSerge Halimi
As sacrificadas da Levi Strauss
Dois anos e meios após o fechamento da única fábrica francesa da transnacional Levi Strauss, foi feita uma pesquisa para saber a atual situação das 541 operárias demitidas. A conclusão é edificante: ninguém sabeEmmanuel Defouloy
O futuro do passado
Não podia dar certo. A Conferência, reunindo cerca de 3.000 ONGs, iria fazer ouvir num outro tom a voz dos povos oprimidos, manifestar sua solidariedade para com os palestinos e pesar sobre as decisões a serem encaminhadasChistian de Brie
Dinheiro ou bombas?
O efeito dos atentados foi a expressão de um pensamento obtuso: “agressão contra o estilo de vida, devida ao ódio à nossa prosperidade e à nossa paz”Saskia Sassen
A “receita” do manga revisionista
Irritado com tanta injustiça e tantas inverdades, o protagonista de Kobayashi investiga, relata, explode, se insurge e insulta o leitor, para lhe impor o seu ponto de vista ou bombardeá-lo com seus sarcasmos, dando à narrativa um tom provocadorPhilippe Pons
A guerra suja do Sur de Bolívar
Constituído em 1964, o ELN fez do Sur de Bolívar, há cerca de vinte anos, uma de suas trincheiras. Ano após ano, a guerrilha implanta a resistência nesse emaranhado de selvas e de montanhas, onde os militares negociam com os potentados da cocaMaurice Lemoine
"Somos todos norte-americanos"
Num programa gravado pela France Inter em Nova York, a jornalista de plantão relembrava a cada minuto o horário da Costa Leste. Visivelmente, ela se tornara uma das nossas. Todos norte-americanos, nós vivemos em Nova York e falamos todos inglêsSerge Halimi

