Acesso à terra no Paraguai
Acumulação de terras pelo agronegócio, exclusão camponesa e estrangeirização do território agropecuário no Paraguai.

Acumulação de terras pelo agronegócio, exclusão camponesa e estrangeirização do território agropecuário no Paraguai.
Mais do que nunca, os princípios básicos do ecossocialismo aparecem como a alternativa sustentável. Políticas que visam comércios locais, com ênfase na economia popular e solidária, produção de alimentos em pequenas propriedades, sem o abuso de agrotóxicos, respeitando a conservação ambiental e a saúde das pessoas e demais seres viventes, não são apenas utopias. Passam a ser a alternativas não apenas viáveis, mas urgentes
Ação exige que governo federal adote medidas de proteção às comunidades quilombolas. Julgamento inicia no dia 12 de fevereiro
Toda aquela balela de que era preciso produzir comida não ocorreu, afinal, os grãos produzidos não matavam a fome de ninguém, servindo apenas para exportação e fabricação de ração animal
Tratado tende a reforçar o modelo de dependência pós-colonial de exportação de commodities e importação de industrializados, além de impactar importantes políticas de fortalecimento da agricultura familiar e tradicional e programas de compras públicas, que já vêm sendo sucateados. Para o Cerrado, alvo da expansão da captura de terras, seria uma verdadeira catástrofe
A organização de movimentos de mulheres rurais durante a década de 1980 trouxe à tona um processo que articulou distintas formas de resistência e mobilização na luta por direitos e pelo reconhecimento do seu trabalho
No campo da Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, após a extinção do Consea, outros espaços foram ocupados e fortalecidos para seguir com a articulação e incidência política
Entre 2016 e 2020, os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro foram apoiados pelo agronegócio, e no caso do segundo, o seu discurso de campanha foi um incentivo não apenas ao agronegócio, mas a madeireiros, garimpeiros e grileiros, especialmente no Norte do país
Desde que assumiu o cargo, Ricardo Salles, um negacionista das mudanças climáticas, articulou o enfraquecimento dos órgãos ambientais dos quais é responsável
Com uma narrativa tão fluida e autêntica como o próprio movimento que acompanha, o documentário “Chão” é tema do quarto texto da série Cinema & Meio Ambiente. Inspiradas pelo filme, as autoras destacam as relações de exploração do ser humano e da natureza para a produção de alimentos e apontam o coletivo, no caso em forma de famílias e comunidades, como alternativa aos modelos ainda dominantes.
Os alimentos orgânicos ultraprocessados fazem sentido para alguns consumidores, mas não fazem sentido para os comedores. Para quem deseja comida de verdade e não só alimentos para se manter produzindo. Para quem come comida com sentido e prazer. Quem come e, ao mesmo tempo, vê a comida como estratégia de equilibrar espaços, de dignificar quem a produz, de cuidar do meio ambiente, de fazer política, de lutar contra sistemas agroalimentares que produzem iniquidades
As eleições municipais são uma oportunidade para comprometer os e as candidatas com propostas que contribuam para a valorização da comida de verdade e do trabalho de quem a produz