Até o próximo fim do mundo…
A pandemia de Covid-19 transformou o mundo. Passear com um amigo é cada vez mais impensável quanto respeitar as metas fiscais: o banal torna-se a exceção; o inimaginável, cotidiano. Enquanto alguns celebram a oportunidade de fazer bons negócios, outros se perguntam: salvar vidas justifica ameaçar o livre comércio? Nos prontos-socorros como nas salas de reunião, uma questão lancinante se espalha: o vírus teria matado tanto se as políticas de austeridade não tivessem desmantelado os serviços públicos?

