The Economist: o livre-comércio a tiros de canhão
Semanário mais influente do mundo, The Economist se autoproclama liberal. Contudo, mesmo defensora do laissez-faire, a revista nunca rejeitou uma guerra. Bem antes de se tornar advogada editorial de todas as operações militares ocidentais (Indochina, Kosovo, Iraque, Líbia etc.), ela aprovou as conquistas coloniais mais sangrentas do Império Britânico

