O Brasil e o brasileiro que Trump subestimou
Ao mirar Lula, Trump o elevou ao patamar de grande liderança global. Enxergou o que nem mesmo a opinião pública brasileira parecia enxergar

Ao mirar Lula, Trump o elevou ao patamar de grande liderança global. Enxergou o que nem mesmo a opinião pública brasileira parecia enxergar
Ao tratar o Brasil, a América Latina e demais regiões do Sul Global como zonas de contenção subordinadas à lógica da rivalidade sino-americana, os Estados Unidos correm o risco de reduzir parceiros potenciais a peões descartáveis
Uma reflexão crítica sobre o documentário de Petra Costa, que articula questões de linguagem, poder e imaginação política no Brasil contemporâneo
Em um país de dimensões continentais como o Brasil, onde o sofrimento muitas vezes é silenciado ou institucionalizado, os cuidados paliativos despontam como uma resposta ética e humanista
Ao longo dos últimos seis meses, as novas diretrizes do Governo Trump têm desestabilizado o debate em torno de direitos digitais e direitos humanos
Sob o governo Lula, faltam projetos para fortalecer a comunicação pública e mídias independentes, enquanto empresas e políticos são beneficiados com recursos e concessões de rádio e TV
Sobre a mesa desse debate há uma proposta, construída pela sociedade civil, de criação de um Conselho Brasileiro de Política Externa, com caráter consultivo (cujas decisões, portanto, não vinculam legalmente o Poder Executivo) e integrado de maneira paritária por representantes de diversos ministérios e variados setores da sociedade civil
As dinâmicas estruturais que definem a configuração sociopolítica do Brasil e seus limites para a construção de um projeto de desenvolvimento capaz de superar o atraso, a dependência e a desigualdade; apontando a dimensão feminina como chave para um futuro civilizado. Por um lado, temos uma interrogação múltipla: qual é o futuro que vem sendo “imposto” desde a era colonial? Continuará inalterável em relação ao seu paradigma dominante? E no nível meta-político, existe alguma alternativa de vivenciarmos um futuro de país que não seja “imposto”, ou seja, através de uma conciliação que priorize os interesses da sociedade?
Com dinheiro você compra tudo, até amor verdadeiro
Em um país que convive com a perseguição a jornalistas e violações de direitos na mídia, a violência é usada como estratégia eleitoral
O Banco Central independente tem servido para promover a desregulamentação bancária e manter uma taxa de juros alta (a mais alta do mundo), impedindo qualquer sonho de desenvolvimento ou reindustrialização
Nosso problema não é econômico, e sim de organização política e social. O que temos e produzimos é suficiente para vivermos de maneira digna e confortável. Basta um pouco de bom senso e decência. Ver tanta gente passando fome num país que só de grãos produz mais de 4 quilos por pessoa por dia sinaliza uma profunda fratura entre os interesses das elites rentistas e os interesses da nação