Transe e vertigem: sair de si para retomar o movimento
Confira resenha do livro Do transe à vertigem: ensaios sobre bolsonarismo e um mundo em transição, escrito pelo filósofo Rodrigo Nunes e lançado neste ano pela Ubu Editora

Confira resenha do livro Do transe à vertigem: ensaios sobre bolsonarismo e um mundo em transição, escrito pelo filósofo Rodrigo Nunes e lançado neste ano pela Ubu Editora
Podemos dizer que, com sua ternura musical particular, Milton Nascimento criou uma imagem de Minas Gerais e das harmonias características daquele sentimento do “ser-tão” que carregamos dentro da gente
Leia as resenhas de Homo Modernus, Do transe à vertigem e muito mais!
A comparação do campo de influência do chamado “cercadinho de Curitiba” (apresentado na reportagem anterior) revelou, através de análise dos resultados da aplicação da Lei Aldir Blanc (LAB), na pesquisa efetivada no caso do Paraná, de que a concentração de prêmio ocorrida em Curitiba nos mesmos nomes se repete em nível estadual, conforme conclusão do cruzamento entre uma auditoria independente apresentada para esta reportagem e a realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).
Mesmos nomes de pessoas e empresas se repetem na premiação de editais ano após ano
Confira resenha do mais recente livro do poeta carioca Marco Lucchesi, Maví, lançado este ano pela Editora Penalux
Livro de Paul Lafargue, célebre autor de Direito à Preguiça e contemporâneo de Marx, toma a Bíblia emprestada para escrever o seu próprio evangelho dos amaldiçoados pelo Deus-Único do Capital
No documentário Racionais: Das Ruas de São Paulo Para o Mundo, lançado no último dia 16 de novembro na Netflix, quando nos são apresentadas as trajetórias de cada um dos integrantes, sentimos que o encontro do grupo foi uma maneira de escapar da política de controle da natalidade negra nos anos 80
As bibliotecas comunitárias se mostram como um respiro a todos aqueles que buscam usufruir de ações culturais, sobretudo como forma de resistência ao que está ausente, precário ou escasso nas condições materiais que as tornam possíveis. Cada espaço é singular e assume características próprias de seus locais, legitimados pelas necessidades advindas de suas realidades
Justamente por conta desse ideal de democratização e da valorização da oralidade, o movimento Slam encontra nas periferias do Brasil um terreno fértil para se desenvolver.
O fazer literário não se restringe às letras impressas em livros. Disputar o conceito ampliado de literatura marginal e periférica e delimitar seu gradiente epistemológico, sua razão teórica, sua partilha sensível e seu fazer participativo é acionar o reconhecimento a um direito político à literatura.
A concentração de prêmios repetidos nos mesmos nomes aparenta, como revela auditoria do TCE-PR, no mínimo uma gestão equivocada e imoral dos recursos