A inteligência artificial (ia) no cinema brasileiro
É inegável que, antes mesmo da marcha veloz da IA, vivemos sob imposições de mercado que sufocam a liberdade criativa de artistas e produtores no audiovisual

É inegável que, antes mesmo da marcha veloz da IA, vivemos sob imposições de mercado que sufocam a liberdade criativa de artistas e produtores no audiovisual
Javier Milei tem pouca simpatia pela cultura, suas instituições, suas subvenções – “um setor parasitário, um meio progressista”… Ainda que sua ofensiva se baseie em números, ela não é fundamentalmente ditada por escolhas econômicas, e sim por uma visão política. Um messianismo obsessivamente “antivermelho” o leva a brandir sua motosserra
As autoridades apresentam os Jogos Olímpicos de Paris como uma oportunidade para a França, destacando a influência do país, os benefícios econômicos, o legado do projeto de Pierre de Coubertin e até mesmo o moral dos franceses. No entanto, o entusiasmo olímpico não pode ser decretado. Ele é preparado e construído
Descentralização da cultura é imperativo para fortalecer o tecido econômico e social
Milei ataca o mundo da cultura, baseado na sua compreensão limitada da liberdade – uma liberdade autoritária e ultra individualista
A algoritmização tem em sua essência, quando utilizada para o trabalho, a exploração do trabalhador e a precarização de seus ofícios. Quantas sinfonias, pinturas ou filmes serão perdidos pois não atendem aos pré-requisitos dos algoritmos?
O gênero é utilizado como som de segundo plano enquanto indivíduos realizam outra tarefa, como estudar ou trabalhar, e é exatamente nesse ponto que se situa sua contradição
Trabalhos recentes do artista também abordam fake news, clickbait e outros temas ligados às redes
No entendimento da CGU, a política da lei Aldir Blanc no Paraná foi ineficaz
“Eu gosto das críticas porque eu acho que elas são construtivas. E nunca levo para o lado pessoal porque eu acho que não eram com a Luciana Casagrande, e sim com a superintendente. Agora as críticas serão com a Secretária”, afirma secretária de cultura do Paraná
No Brasil, a economia da cultura e indústrias criativas contribuem com 3,11% do PIB, ficando à frente da indústria automotiva (2,50%) e um pouco atrás da indústria de construção (4,06%)
Mostra no IMS traz cerca de 160 imagens feitas pelo fotojornalista capturando as ditaduras no Chile e no Brasil, além do enterro de Pablo Neruda