O grito de raiva da juventude senegalesa
Uma sublevação popular de amplitude inédita abalou o Senegal entre 4 e 8 de março. A repressão dos motins custou a vida de onze manifestantes com idade entre 12 e 35 anos, e a fachada amena da “democracia” nesse país da África ocidental ficou subitamente borrada. Uma contestação social, avivada pelas restrições provocadas pela pandemia, com raízes profundas

