O PIX e o bullying de Trump
Quais são os interesses envolvidos na ofensiva do USTR?

Quais são os interesses envolvidos na ofensiva do USTR?
Será que a condução errática do presidente norte-americano esconde uma coerência: uma formidável retomada do controle da economia pelo Estado, mas um Estado conduzido por banqueiros de investimento? Na verdade, Donald Trump segue a mesma estratégia de seu antecessor: organizar a soberania dos Estados Unidos em relação à China nos setores críticos da defesa e da inteligência artificial
O alvoroço midiático e político em torno de um suposto escândalo russo (“Russiagate”) envolvendo o então candidato e depois presidente norte-americano, Donald Trump, lançou luz sobre um ramo de atividade que, em geral, prefere agir nas sombras: a inteligência econômica. Um setor cuja divisa poderia ser: “Não sei de nada, mas direi tudo”
Donald Trump é um presidente descontrolado, que ameaça aliados históricos e coloca em risco a própria condição imperial dos EUA
Um bilhão de dólares. Esse é o valor do ingresso exigido por Donald Trump para que um Estado faça parte de seu Conselho da Paz. Esse órgão de contornos vagos se propõe a resolver guerras, inclusive aquela que ainda se desenrola em Gaza, apesar da proclamação de um “cessar-fogo”. Os palestinos, que não têm voz sobre o próprio futuro, são assim deixados de lado
O ataque dos Estados Unidos à Venezuela, país que faz fronteira com o Brasil, deve acender um alerta sobre a proteção da democracia brasileira em ano eleitoral
A Venezuela foi atacada por Trump por dois motivos. Primeiro, pelo interesse econômico em controlar as jazidas de petróleo sob controle estatal. Segundo, pelo interesse político em promover a mudança de um governo contrário a Washington. E o Brasil? Será o próximo da lista?
Por que os Ministros do Supremo Tribunal Federal foram sancionados em suas contas bancárias?
A sociedade brasileira deve transformar o desafio imposto pelo tarifaço em um novo pacto social, que entenda a relevância do desenvolvimento econômico e do fortalecimento da indústria como uma necessidade de soberania
O retorno de Donald Trump à Casa Branca parecia anunciar um expurgo nas agências de inteligência. O presidente republicano as acusava de terem procurado prejudicá-lo ao alimentar as fabulações do “Russiagate”. No entanto, em período de tensões internacionais, o papel crescente das operações secretas e das tecnologias de ponta não lhe permite afastar a CIA em favor do Pentágono
Raramente os discursos sobre a grandeza da Europa, farol democrático abalado pela onda “populista”, foram tão exaltados. E raramente a União Europeia sofreu tantos reveses em matéria diplomática, estratégica e comercial. Mais ligados ao vínculo transatlântico do que ao interesse das populações, os dirigentes do Velho Continente multiplicam as reverências diante de Donald Trump
O investimento das big tech em think tanks, grupos de pesquisa em universidades privadas, conferências de privacidade de dados e outros espaços de debate sobre tecnologia criam um ambiente de promoção da ignorância e esquecimento sobre o histórico e o presente antidemocrático das big tech