Mercado de trabalho: programas não focam no combate às desigualdades
A semelhança entre os três programas de governo é a deficiência no combate às gravíssimas desigualdades do mercado de trabalho brasileiro: a de raça e a de gênero

A semelhança entre os três programas de governo é a deficiência no combate às gravíssimas desigualdades do mercado de trabalho brasileiro: a de raça e a de gênero
À direita, se tornou comum o uso de uma retórica agressiva, permeada de palavrões e humor ácido, o ‘politicamente incorreto’. O recurso a tal estratégia se justificaria diante da impossibilidade de obter atenção de outro modo. Mas como discursos de direita podem ser considerados marginais em um país conservador como o Brasil?
Diante do agravamento da crise econômico-social no Brasil, com desemprego em alta, renda média do trabalhador em queda, a retomada do crescimento econômico, com geração de emprego e renda passa, necessariamente, pelo fortalecimento das micro e pequenas empresas. Não à toa, o presidente Lula tem defendido que, caso seja eleito, será criado o Ministério das Micro e Pequenas Empresas.
Ainda precisamos caminhar para uma compreensão da centralidade das mulheres para a construção de um país com justiça social, igualdade de oportunidades e possibilidades de vida e dignidade. Leia o segundo artigo do especial “Qual é o plano?”, que analisa as políticas públicas voltadas para as mulheres nos programas de governo de Luis Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e Ciro Gomes
Façamos uma pequena reflexão sobre a figura que hoje é candidata à reeleição. Quanto da sua popularidade acabou impulsionada por programas humorísticos, na TV e no rádio, a partir de aparições baseadas na “tiração de sarro” ou no “escárnio” em cima de um personagem, a princípio, totalmente inadequado?
A comparação entre os programas de governo das candidaturas presidenciais mais bem posicionadas nas pesquisas é um esforço que deve concentrar análise técnica, percepção política e posicionamento ideológico. Confira o primeiro artigo do especial “Qual é o plano?”
Agregação de pesquisas, feita pelo Cebrap, confirma a hipótese de que, diferente da tradição histórica do Brasil, há, sim, um voto confessional. Ao contrário das eleições anteriores, a presença de Lula não desativa essas posições conservadoras. Por quê? Qual caminho o ex-presidente deve seguir?
Leia o artigo do Observatório Político e Eleitoral sobre as disputas de governos estaduais para as eleições de outubro de 2022.
A depender da campanha de Bolsonaro, os discursos religiosos serão cada vez mais fervorosos em nome de “Deus” e o maniqueísmo tomará conta das eleições presidenciais
Evento lotou o vão dos prédios de História e Geografia na Cidade Universitária e contou com discursos sobre a relevância da política de cotas, rechaços aos ataques antidemocráticos e provocações a Bolsonaro
O terrorismo estocástico revela mais do que uma mera disputa política. Revela uma sociedade adoecida e sedenta de mudança. Revela uma tarefa urgente que somente pode acontecer pela razão, limitando os impulsos da barbárie fascista.
A aposta na austeridade, na “fada da confiança” e na modernização advinda de investimentos externos apresentou resultados absolutamente frustrantes. Seu fracasso, no entanto, não impediu que um candidato de extrema direita tentasse redobrar a aposta no modelo neoliberal, levando-o à sua total perda de credibilidade