Qual é a função dos bandeirinhas após o surgimento do VAR?
Proposta de solucionar todos os problemas humanos com a tecnologia é apenas ficção científica. Veja no Novo artigo do especial Copa: futebol e política

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Esquecimentos acerca dos instantes mais agressivos e antidemocráticos da história brasileira escancaram a necessidade de iniciativas para estabelecer referências sobre o passado de assuntos muito populares, a exemplo do futebol e da música
Crítico dos novos tempos na profissão, o carioca fala sobre ódio nas redes sociais, decadência da cobertura esportiva e atuação do Brasil na Copa do Mundo da Rússia
Das 32 seleções que disputam a Copa na Rússia, apenas Nigéria e Senegal representam a África subsaariana. O continente não carece de jogadores excepcionais, mas estes são desejados pelos países ricos. Campeões africanos em 2015 e classificados para as últimas três edições do mundial, os marfinenses assistem a esta Copa pela TV. No dia a dia, seus clubes profissionais apenas sobrevivem
Com cerca de 30 milhões de jogadores ocasionais, o basquete está entre os esportes mais populares dos Estados Unidos. De acordo com o local em que é praticado – no ginásio do Chicago Bulls, nas ruas de um gueto negro ou em um colégio de uma pequena cidade de Indiana –, o jogo desempenha funções sociais bem distintas
Os Estados Unidos têm quatro grandes festas populares: Dia de Ação de Graças, Natal, Ano-Novo e… o Super Bowl. No entanto, se a final do campeonato de futebol americano constitui de fato um momento de fervor, esse esporte se encontra hoje no centro de um escândalo: vítimas de lesões cerebrais, milhares de ex-jogador
Cinco vezes vencedor, o Brasil acolhe a Copa do Mundo de futebol num clima de desencantamento político e fervor artificial. Teatro de uma expressão desenfreada e por vezes violenta, os estádios, que o sport business gostaria de pacificar. Algumas associações de torcedores defendem seu caráter popularDavid Garcia
Carlos Vainer, professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ, denuncia a manipulação do amor dos brasileiros por sua cidade e pelo futebol como forma de conquistar apoio para a realização da Copa do Mundo. Ele alerta: é um grande negócio para as grandes empresas, não vão sobrar migalhasLuís Brasilino
Exceção feita a morder e arrancar os olhos do adversário, no Ultimate Fighting tudo é permitido: socos e chutes, mesmo quando o adversário está caído e sem defesa, sufocamento, puxão de cabelo, chaves, cotoveladas e cabeçadas. O único resultado possível é o nocaute ou a desistência
“Ilha da fantasia” montada a cada quatro anos num ponto diferente do planeta, o evento não foge às querelas do mundo real: para preservá-lo, o Comitê Olímpico Internacional mantém uma linha tênue entre o financiamento público e privado e faz vistas grossas à falta de autonomia de diversos comitês locais