A França lava as mãos
Visto de longe, tudo parecia calmo. Ou caminhando para a normalização, após os recentes acordos entre Tel Aviv e vários países árabes. No entanto, quando o Hamas lançou seu ataque em 7 de outubro, os canais de notícias entraram em edição especial: para atribuir a operação ao Irã e para focar a natureza do ataque e impor o adjetivo “terrorista”. Enquanto em Israel a raiva cresce contra um poder falho que não conseguiu evitar o massacre, os palestinos contam suas mortes aos milhares. Alinhada com a dos Estados Unidos, a diplomacia francesa se fecha na impotência voluntária

