Bolsonaro beija Stalin e no dia seguinte Mussolini
O que são as melhores piadas sobre Bolsonaro diante da piada que é seu próprio governo?

O que são as melhores piadas sobre Bolsonaro diante da piada que é seu próprio governo?
A geopolítica mundial entrou no que eu chamaria de “Pós-Guerra Fria Tardia”. Ou seja, entramos em uma nova etapa onde a supremacia estadunidense é superada pela nova realidade do país: o seu declínio geopolítico
Na primeira metade do século XX, a ideia de que as rivalidades entre as grandes potências poderiam ser resolvidas pacificamente não obteve sucesso. Diversos politólogos usam um fato incontestável para explicar a “paz duradoura”, qual seja, as armas nucleares diminuem o otimismo sobre como as guerras podem terminar. Hoje uma guerra entre Rússia e EUA/ Otan terminará sem vencedores. O que denota – a próxima guerra será com paus e pedras
Provavelmente nenhum outro país do planeta está, atualmente, tão inspirado por seu passado quanto a Rússia. Para ser mais exato, seria preciso dizer que não é o país que está fascinado, mas sim, uma vanguarda política, ortodoxa e oligárquica
Fake news fabricadas em conjunto pelos serviços de segurança e pela imprensa liberal são o novo método utilizado pelos Estados Unidos para prolongar guerras sem fim. No conflito mais recente, a respeito da retirada das tropas do Afeganistão, o New York Times anunciou que a Rússia estaria oferecendo secretamente prêmios aos militantes afegãos que matassem soldados norte-americanos
A degradação das relações entre a Rússia e a Europa Ocidental ocupa as chancelarias desde 2014 com uma sucessão de disputas: conflito na Ucrânia, destino do opositor Alexei Navalny, gasoduto Nord Stream 2… O pano de fundo é o grande jogo estratégico em que se cruzam a estratégia russa, as exigências norte-americanas, os interesses alemães, a crise climática e o dogmatismo liberal da Comissão Europeia
As vendas fraudulentas de apartamentos na planta arruinaram dezenas de milhares de famílias russas. Em resposta aos protestos, o Estado começa a fazer indenizações enquanto promete melhorar a regulamentação do mercado. Isso bastará para convencer a população da ex-URSS que a habitação, antes um bem essencial oferecido pelo Estado, é uma mercadoria como as outras?
O que parece estar em marcha na Rússia de hoje com os protestos é a possibilidade de uma renovação no interior da gestão oligarca do Estado
Após um longo eclipse, a Rússia retoma o passo na África. Apresentado por Paris como uma manobra tortuosa, esse retorno assinala, na verdade, a banalização da potência russa. Moscou que, no passado, apoiou lutas contra o apartheid na África do Sul e pela descolonização, contenta-se atualmente em preencher sua carteira comercial e reforçar parcerias de segurança
Há dez anos a capital russa preocupa-se com sua comunicação. Adepta do marketing urbano moderno, a cidade pretende, como outras metrópoles mundiais, seduzir investidores e diretores de multinacionais. Mas essa política não dissimula a intervenção do Kremlin, a serviço da intensificação das desigualdades territoriais
Atualmente, o “Jardim Negro” (modo pelo qual o nome Nagorno-Karabakh pode ser traduzido do turco) é um território oficialmente reconhecido como pertencente ao Azerbaijão, embora ainda seja habitado por uma maioria de armênios. Em 27 de setembro de 2020 reiniciou-se a guerra entre Armênia e Azerbaijão, país rico em petróleo, pela disputa do território
Este trabalho faz parte da segunda fase da série “A análise dos discursos sobre a pandemia da Covid-19” produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”. Nesta fase nos detemos na análise dos principais porta-vozes nacionais e internacionais dos discursos negacionista e científico. No presente artigo trazemos a análise política de um dos principais porta-vozes internacionais do discurso científico sobre a pandemia: Vladimir Putin, presidente da Rússia