Democratização da comunicação em colapso
Sustentar a luta por uma comunicação democrática nesta quadra histórica nos obriga a olhar também para o específico e não apenas para caminhos universalizantes.

Sustentar a luta por uma comunicação democrática nesta quadra histórica nos obriga a olhar também para o específico e não apenas para caminhos universalizantes.
Submetidos à desinformação, como pedem certos pastores, os fiéis tornam-se alvos dóceis e facilmente manipuláveis e, por conseguinte, qualquer contradito vira obra do demônio. Nada ou qualquer argumentação é levada em conta e a cegueira impera
Desde a redemocratização, Lula e PT defendem um Estado garantidor de direitos como saúde, educação e moradia, indutor do desenvolvimento, protetor do trabalho e do salário em oposição à agenda neoliberal nos anos 1990. Por sua vez, a partir de 1994, o PSDB se converte em condutor local da agenda neoliberal globalizada.
A redução de imagens da África a um corpo delimitado, racializado e de pouco contraste, se integra ao que Achille Mbembe analisa como um processo de criação de uma “loucura codificada”. Se essas imagens subsidiaram produtos no audiovisual, hoje em dia já não conseguem mais atender a um público que busca por correspondências impossíveis de serem contempladas por histórias reducionistas.
Numa democracia, opositores políticos devem ser vistos apenas como adversários, detentores de cidadania. Por isso, a instigação popularesca que apela emocionalmente para nomeação de um inimigo público é preocupante
Famílias vulneráveis são pegas num “paradoxo”: a insegurança alimentar cresce junto com a produção de commodities na região
Regramento europeu aprovado em 13 de setembro ainda não é definitivo. O próximo passo é a negociação entre a Comissão Europeia, o Conselho da UE e o Parlamento Europeu, na qual as propostas de cada instituição, que são muito diferentes umas das outras, terão que ser conciliadas
Como a geração de energia tão poluente ainda faz parte de projetos nacionais?
Leia um trecho do livro da jornalista Fabiana Moraes, “A pauta é uma arma de combate”, publicada pela editora Arquipélago em setembro.
Em 5 de outubro de 2022, o presidente Bolsonaro desviou mais R$ 10,5 bilhões de verbas que seriam destinadas à saúde, ciência e educação para agregar metade do valor ao “orçamento secreto”
Estratégias gerais que funcionaram na Colômbia são apresentadas neste artigo como recomendações sobre o que precisa ser feito para as próximas eleições brasileiras
A afinidade entre evangélicos e a direita conservadora não é nova, e precisa ser entendida a fundo por todos aqueles que pretendem dialogar com esse público