Triste lembrança e memória colonial da escravidão, tripla dívida da independência nacional
Terceiro artigo da série Haiti em foco apresenta o peso da dívida na história do país caribenho

Terceiro artigo da série Haiti em foco apresenta o peso da dívida na história do país caribenho
Em 33 anos de independência, o Quirguistão possui o sistema político mais dinâmico da Ásia Central. Ao todo, a ex-república soviética já realizou dez referendos nacionais, sete pleitos parlamentares e oito campanhas presidenciais, das quais apenas um mandatário completou seu encargo sem interrupções, até o momento
Membro da redação do Le Monde Diplomatique por mais de vinte anos, Christian de Brie faleceu em 4 de fevereiro de 2023. Nos últimos anos, ele havia empreendido uma pesquisa profunda sobre a história do segundo milênio sob o prisma “daqueles que fizeram a história, mas que a história ignora”. Reproduzimos aqui a introdução do livro que ele não teve tempo de concluir
A memória do deputado serve de exemplo para negar aos avanços dos diversos neofascismos existentes nos dias atuais
As forças armadas da modernidade se encontram submetidas à dialética dos fenômenos sociais, a qual aponta que mudanças quantitativas tendem a provocar alterações qualitativas
Ao completar 135 anos neste dia 15 de novembro de 2024, a Proclamação da República nos convida a refletir sobre os desafios atuais da democracia brasileira
A história é manipulada de todas as formas. Ela justifica guerras, desqualifica adversários, fortalece identidades coletivas. Qualquer um pode ocultá-la, reescrevê-la, distorcê-la, pegar uma analogia ou referência, desde que reforce sua tese. Nesta batalha para moldar o debate público em torno de um relato ajustado a seus interesses, aqueles que detêm os grandes meios de comunicação possuem uma arma poderosa
Os ensaios armígeros desenvolvidos pelos norte-americanos e as ações belicosas ucranianas evidenciam a possível dispensa de soldados e apenas a presença de dispositivos movidos pela inteligência artificial, atuando por conta própria em situações de combate
Da República Democrática do Congo (RDC) à Síria, passando por Gaza, as acusações de genocídio se multiplicam, acompanhando os conflitos e os desvios autoritários de alguns regimes. Essas polêmicas, tão antigas quanto a palavra, criada em 1944, interessam a juristas e historiadores, cuja expertise ilumina as tragédias do passado e do presente
É possível asseverar a existência de uma diferença essencial entre os golpes de Estado praticados por militares pertencentes às Forças Armadas da modernidade e os executados por fardados partícipes de organizações castrenses da pós-modernidade
Um campeão incorruptível do povo ou um tirano sanguinário? O enigmático Robespierre encarnou as duas faces da Revolução da forma mais plástica
Resenha do livro História potencial: desaprender o imperialismo de Ariella Aïsha Azoulay (Ubu Editora, 2024, trad. Célia Euvaldo)