Trânsitos educacionais na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo
Entrar nas universidades inseriu os jovens das quebradas num processo de conhecimento e reconhecimento de quem somos. “A questão não é que não sabíamos que éramos pretos e pretas, mas dentro da universidade com brancos ricos, fica escancarado o processo de desigualdade e discriminação de um país racista”. Esse é o tema do segundo artigo do especial “Periferias de São Paulo: cotidianos, conflitos e potências”, uma parceria do Le Monde Diplomatique Brasil e Fundação Tide Setubal

