Diplô Online
“Quando sai, a palavra”
Cultura, clima, Manaus, periferia e Amazônias no trabalho da artista, produtora e mobilizadora Elisa Maia
Um pulso democrático para o mundo
Lula transformou a 80ª Assembleia Geral da ONU em espaço de acusação e de apelo ético em discurso que versou sobre genocídio, fome e pobreza
A multiplicação do ethos negacionista na crise do tarifaço
O bolsonarismo se apropriou seletivamente da imprensa tradicional para reinterpretar o tarifaço de Donald Trump contra o Brasil.
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Qual é a porta de saída à extrema pobreza?
porque há certo incômodo, por parte da elite, em “aceitar” que uma parcela da riqueza seja destinada a eliminar a fome daqueles que não “contribuem” para a sua construção
A asfixia das entidades de assistência social de São Paulo
A política de assistência social precisa ser perene, institucional, blindada contra ciclos eleitorais e barganhas políticas
Olho por olho, dente por dente?
A profecia de Frantz Fanon (em 1952): os judeus que se instalaram em Israel criarão em menos de cem anos um inconsciente coletivo diferente daquele que possuíam em 1945, nos países de onde foram expulsos
Como a negritude e a masculinidade atravessam os vários âmbitos da vida de um homem?
Romance de estréia de Maurício Mendes, acompanha a jornada de um médico racializado que começa a atender como plantonista em uma cidade distante da capital Fortaleza
Os nomes da água
Em latim, aqua não era a única palavra para esta substância. Havia também a palavra unda. Unda ameaçada, aqua privada de suas virtudes, o drama da água é universal: a guerra da água – milênios depois da guerra do fogo – se passa sobre o cenário da guerra contra a vidaAlan Rey
Esperanças
A França rebelde, ao dar um “não” às pretensões ultraliberais do tratado constitucional para a Europa, enche de força e esperança o movimento antermundialistaIgnacio Ramonet
As renúncias da esquerda em nome da Europa
Não é de hoje que a utopia européia é pretexto para os socialistas franceses abrirem mão de sua plataforma política para atender aos interesses do capitalSerge Halimi
A ação conveniente das ONGs
A mesma formação e, às vezes, as mesmas idéias: assim funciona o grande mercado de organizações não-governamentais inspiradas por modelos norte-americanosYves Dezalay , Bryant Garth
As razões dos holandeses
No plebiscito de 1º de junho, a população dos Países Baixos não se pronunciou apenas sobre o Tratado Constitucional Europeu, mas sobre os diversos aspectos da política implementada pela coalizão que está no poderRink Van den Brink
A sociedade dos proprietários
Com novo mandato e maioria reforçada no Congresso, Bush propõe uma reforma para privatizar o que resta de Previdência pública. Se colocada em prática, pode inspirar seus pares em escala internacionalGeorge Ross
O velho Líbano resiste à mudança
No país do Cedro, onde centenas de milhares foram às ruas recentemente pela retirada das tropas sírias, as eleições legislativas marcam a manutenção no poder dos patriarcas do Líbano confessionalAlain Gresh
Sinais de fraturas
Conturbações sociais e políticas dúbias são a marca da situação na América Latina, que esboça reação ao unilateralismo norte-americanoMaurice Lemoine
A mídia em campanha
Na França, diferente de outros países, o debate sobre o projeto constitucional esquenta, e já não se descarta uma vitória do “não” – para espanto da mídia, que joga tudo, em vão, na campanha em favor do texto liberalSerge Halimi
O papel “esquecido” da União Soviética
A União Soviética perdeu 20 milhões de homens na Guerra, foi responsável pela grande ofensiva contra a Alemanha que permitiu a vitória dos Aliados, mas é freqüentemente igualada aos nazistas pelos historiadores oficiaisAnnie Lacroix-Riz
Um persistente déficit democrático
O que é apontado como grande avanço democrático no Tratado Constitucional não passa de dispositivos formais, anulados pelo modelo econômico ultraliberalBernard Cassen
A efervescência popular boliviana
Depois de derrubar o presidente Sanchez de Lozada, o movimento social de um dos países mais pobres da América Latina inflige mais um golpe à globalização, expulsando pela segunda vez uma multinacional beneficiada pela privatização do saneamento básicoWalter Chavez
As faces ocultas da guerra
É preciso lançar refletores sobre as páginas esquecidas, e até escondidas, da II Guerra MundialIgnacio Ramonet
Uma "moléstia social"
Enquanto alguns pesquisadores insistem na punição, outros insistem em compreender a violência masculina para tentar vencê-la – e a única saída seria escutar os homens violentosMona Chollet
O vale-tudo da guerra econômica
Na disputa por mercados, que envolve Estados e grandes corporações, as novas armas incluem alta espionagem, roubo de tecnologias estratégicas e até chantagem para garantir acesso a informaçõesAli Laïdi
Que "novos direitos"?
Os direitos fundamentais ao trabalho, a moradia, a salário mínimo, são substituídos por quatro liberdades, também chamadas de “fundamentais”: a liberdade de circulação de capitais, de mercadorias, de serviços e de pessoasBernard Cassen
Aquelas corajosas mulheres da Rosenstrasse
As centenas de alemãs que protestaram em Berlim, em 1943, para exigir a libertação de seus maridos judeus, conseguiram o que era visto como impossível: o recuo do governo nazistaDominique Vidal
O papel "esquecido" da União Soviética
A União Soviética perdeu 20 milhões de homens na Guerra, foi responsável pela grande ofensiva contra a Alemanha que permitiu a vitória dos Aliados, mas é freqüentemente igualada aos nazistas pelos historiadores oficiaisAnnie Lacroix-Riz
Defesa com aval americano
No Tratado Constitucional, a defesa dos países da UE estão submetidos aos compromissos da Otan – e, por conseqüência, às ordens de WashingtonBernard Cassen
Que neutralidade é essa?
O discurso da neutralidade ideológica, assumido pelos defensores do “sim”, não resiste ao exame dos cânones liberais considerados como “liberdades fundamentais”Bernard Cassen

