Diplô Online
Legados para a justiça internacional e enfrentamento da violência de gênero nos conflitos armados
O “massacre” é lembrado todos os anos em cerimônias e serviços memoriais, servindo de alerta para o risco de genocídios e limpezas étnicas em conflitos contemporâneos. No entanto, o negacionismo e as tentativas de minimizar ou reescrever o ocorrido persistem, especialmente entre setores da liderança sérvia da Bósnia
O caso da responsabilização das plataformas digitais no Brasil e Nova Zelândia
Com a crescente atenção global voltada para as manobras das superpotências, as nações situadas nas periferias do poder precisam se esforçar ainda mais para fazer suas vozes serem ouvidas. Diante do controle cada vez maior dessas empresas sobre o fluxo de informações, é possível confiar que elas servirão aos interesses de nossas democracias — ou mesmo que permitirão espaço para debates públicos que se afastem da perspectiva de Washington?
Silenciamentos e Contradições na Construção da Memória Cívica
A participação massiva da população negra no conflito expressa contradições profundas da experiência popular em 1932, onde a busca por inserção social e reconhecimento cidadão coexistia com a perpetuação de práticas racistas mesmo no interior das forças constitucionalistas
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O Quebra-Cabeças dos Juros no Brasil
Neste momento, a taxa real de juros (Selic ajustada pela inflação) é a segunda maior do mundo a 9,48%, perdendo apenas para a turca com 13,33%
Trump voltou: o que podemos esperar das práticas corporativas ESG?
Com a volta de Trump, as grandes e pequenas empresas se sentiram licenciadas a rever seus próprios avanços no eixo social da sustentabilidade corporativa
Saúde mental e consciência coletiva em foco
Janeiro Branco surge como um convite para repensarmos a saúde mental, especialmente no ambiente de trabalho
O excepcionalismo como essência das agressões: Estados Unidos e Israel
A síndrome do dono do mundo é detectada quando um povo e país dá-se ao direito de ser a polícia do planeta e possuir a palavra final em qualquer assunto
Portugal erradica suas favelas
Com um crescimento do PIB de 3,2% ao ano, uma inflação controlada em 2,1% e uma das mais baixas taxas de desemprego na Europa (4,5%), Portugal ainda apresenta indicadores de desenvolvimento humano pouco invejáveis: as favelas são sinais de pobreza que todos gostariam de empurrar para o passadoEmmanuel Vaillant
Havia outra solução
Os EUA e seus aliados tiveram inúmeras oportunidades para resolver a crise iugoslava por meios diplomáticos. Do ponto de vista humanitário, os resultados teriam sido muito melhores. Para os norte-americanos, porém, interessava impor sua influência sobre os BalcãsNoam Chomsky
A quem interessa a abertura dos mercados
Para muitos governos do Sul, abrir os mercados agrícolas dos países ricos seria a chave para um novo ciclo de progresso. Na prática, a medida pode beneficiar apenas as multinacionaisJacques Berthelot
A quem pertence o conhecimento?
A maioria das inovações e invenções baseia-se em idéias que são parte do bem comum da humanidade. Por isso é inaceitável limitar o acesso à informação e ao conhecimento para proteger interesses particularesPhilippe Quéau
Guerra, mídia e desinformação
Antes e durante a guerra, as campanhas de desinformação promovidas pela imprensa foram essenciais para que a opinião pública aceitasse a ação militar da OTAN contra a Iugoslávia. Nosso dossiê aponta as mentiras mais flagrantesSerge Halimi, Dominique Vidal
De que lado estão os militares?
Um grupo de oficiais desgarrados apoiou os movimentos populares. Informada, a cúpula do Exército usou a crise para derrubar o presidente e se reaproximar dos EUA e dos políticosMaurice Lemoine
A nova “conquista da água”
A água é e será cada vez mais cara. De olho neste “ouro azul” do século XXI, as multinacionais, os governos aliados a elas e o Banco Mundial já tramam a repartição das fontes e dos mercadosRicardo Petrella
Exigência universal de pluralidade
A globalização limitou as culturas particulares e criará uma “sociedade global”. Mas esta só será suportável se impusermos a pluralidade do espírito, do corpo, da cultura e da natureza. É a saída para nos libertarmos da tristeza extrema de um universo comandado, em nome da unidade humana, pelos riquíssimos ascetas da moeda eletrônicaDenis Duclos
A resistível ascensão de Haider
A ascensão da extrema direita européia não deveria surpreender. Ela foi embalada pelas políticas de ajuste neoliberais, aplicadas inclusive por social-democratas. O espaço aberto foi tão grande que Haider pôde posar de defensor dos direitos sociaisPaul Pasteur
A revolta dos “marginalizados”
Que pontos em comum pode haver entre a revolta zapatista no México e a islâmica no Egito? Em ambos os casos, grupos marginalizados, empobrecidos pelas políticas do Estado e apoiados num discurso religioso, estão engajados num combate desigual, que consideram justoDan Tschirqi
Rumo ao apartheid sanitário?
Como as grandes empresas farmacêuticas usam a OMC, as leis de patentes e as mega-fusões para fechar o cerco contra a produção independente de medicamentos? Por que este processo matará milhões de pessoas nos próximos anos?Martine Bulard
Outra chance para a esquerda americana
As manifestações contra a Rodada do Milênio rearticularam, no país mais poderoso do mundo, uma antiga aliança entre os movimentos que resistem. Mas será que esta união, que ainda é muito branca, tem futuro?Bárbara Ehrenreich
Grito de alerta no Pantanal brasileiro
Importantíssima para a integração do Mercosul, a navegabilidade dos rios Paraguai e Paraná poderia ser uma obra magnífica. Projetada até agora segundo interesses de grandes empresas, ela ameaça transformar-se numa nova catástrofe ambientalEdouard Bailby
Entre radicalismo e respeitabilidade
Os agrupamentos xenófobos crescem no vácuo deixado por partidos sociais-democratas e conservadores, cada vez mais parecidos entre si. Apesar das particularidades de cada um, identificam-se por uma estranha mescla de neolibealismo com nacionalismoJean-Yves Camus
As “nossas” atrocidades
Quando praticadas pelos sérvios, elas são corretamente qualificadas como crimes. Se a OTAN as comete, passam a ser simples “erros”Serge Halimi, Dominique Vidal
Reformas no Irã
As vitórias da Revolução Islâmica são inegáveis, mas elas próprias comprometeram o regime dos aiatolás. O país está em ebulição intelectual, e o que acontecer ali terá repercussões em todo o mundo árabeIgnacio Ramonet
O “genocídio”:
Nove meses após a entrada da OTAN em Kosovo, nada comprova a prática de um “holocausto”, que os jornais davam como certaSerge Halimi, Dominique Vidal

