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“Uma gripezinha”: A análise política do discurso negacionista
No segundo texto da série “Populismo e Crise: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (Discurso)”, apresentamos a análise política do discurso “negacionista” sobre a pandemia.
O vírus não é democrático: a pandemia da Covid-19 como acontecimento e a disputa de discursos
Este texto inaugura uma série de artigos com a análise política dos principais discursos sobre a pandemia da Covid-19: o “negacionista” e o “científico” no debate nacional e internacional, um trabalho do Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”. Neste primeiro artigo, propomos acessar a pandemia da Covid-19 como um acontecimento. Esse olhar permite destacar os impactos desiguais da pandemia, assim como considerar uma suspensão da hegemonia e as oportunidades de disputa política que essa suspensão abre. Em seguida explicitamos o instrumental metodológico da proposta, fundado na análise política dos discursos e na abordagem de marcos interpretativos. Com esse instrumental, procuramos reconstruir sucintamente o campo discursivo, os discursos em debate e os principais porta-vozes dos discursos negacionista e científico.
Um novo mundo no lugar da “velha” grilagem
A conquista do direito à terra garante a produção de alimentos. O Assentamento Nova Conquista II é uma solução exemplar para o fim dos conflitos no campo no Mato Grosso. Assentados trabalham em mutirão para recuperar a biodiversidade e criar nova realidade em local que antes era “centro” de trabalho escravo e dominado por grileiros
A disputa de discursos sobre a pandemia
Em poucos meses, a pandemia de Covid-19 alcançou quase todos os países do planeta. Ameaça a saúde e modifica o cotidiano de bilhões de pessoas. Ressuscita demandas e expectativas sobre o Estado. Abre espaços para a importância da solidariedade na sociedade. Ofusca o papel redentor do mercado no imaginário hegemônico
Pescadores e os rumos do desenvolvimento no Brasil
“A pergunta que fazemos todos os dias é desenvolvimento para quem?”, questiona em entrevista a diretora executiva do Conselho Pastoral de Pescadores (CPP)
Lições curdas sobre a libertação das mulheres
As guerrilheiras curdas foram retratadas deste lado do mundo como heroínas da democracia e do combate ao terrorismo islâmico, a partir de uma narrativa orientalista que busca enquadrar sua agência política no universo dos valores liberais da contemporaneidade ocidental. Entretanto, essa abordagem não compreende os processos protagonizados por essas guerrilheiras, visto que as unidades de autodefesa feminina são apenas uma pequena parte da batalha dessas mulheres por sua vida e liberdade. Confira mais um artigo do especial Feminismos transnacionais.
Anatomia de um desgoverno: crônica de uma crise anunciada
Artigo do Observatório da Economia Contemporânea traça esquema das estruturas do governo Bolsonaro e analisa a dinâmica do governo tocada por essa distribuição de poder
Desacelerando em tempos viróticos
O coletivismo que pressupõe alteridade e empatia pela dor do outro é, sem dúvida, o maior desafio que essa crise – e também o desacelerar – nos impõe
O coronavírus, a barbárie e a força do Cerrado
Enquanto a comunidade científica discute as origens do coronavírus, no Brasil as práticas que ampliam seus danos permanecem inalteradas.
Mineração em Terras Indígenas: o que mostra a experiência internacional?
Na discussão sobre mineração em TIs, um dos instrumentos legais mais comumentes mobilizados é a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Esta garante aos Povos Indígenas o Direito à Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) no caso da instalação de empreendimentos em suas terras.
“Uma carnificina”
O mesmo vale para a universidade, o hospital, a agricultura, os bombeiros, a escola, o estado das pontes. Na França, como em outros lugares. Trinta e cinco anos de privatizações, recuo dos serviços gratuitos, diminuição de subsídios, controles minuciosos em todas as áreas – graças à internet – e, finalmente, uma sociedade sob pressão, atordoada, arruinada, que queima suas últimas reservas.

