Maduro em seu labirinto
A Venezuela encontra-se exaurida. A começar de parte importante da população que vem debandando do país há vários anos, com o agravamento da crise econômica e social

A Venezuela encontra-se exaurida. A começar de parte importante da população que vem debandando do país há vários anos, com o agravamento da crise econômica e social
Inquietos com a continuação da invasão russa à Ucrânia e pensando em missões humanitárias, países europeus têm aumentado os efetivos de defesa e renovado a compra de equipamentos militares
Depois de cultivar por muito tempo uma diplomacia autônoma, a França agora não para de se alinhar ao restante do Ocidente. Nos conflitos na Ucrânia e em Gaza, ela não se distingue dos Estados Unidos e dos europeus. As recomposições geopolíticas em curso e a afirmação dos países do Sul justificariam, ao contrário, a perseguição de um caminho francês inspirado em De Gaulle e Mitterand
Crise do neoliberalismo tem levado à elevação de diversas crises a nível internacional
Grupo de países criado entre 2009 e 2011, os Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – acabam de receber seis novos membros: Arábia Saudita, Argentina, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. Embora seja muito diversa para oferecer uma visão comum da ordem internacional, essa aliança ilustra a nova geopolítica: a de um mundo à la carte
Com o retorno de Lula à Presidência, a geopolítica latino-americana deve se modificar em virtude da retomada brasileira da prioridade em termos de integração regional
Mais de cinquenta fronteiras terrestres no mundo são objeto de disputas entre vizinhos. Alguns conflitos dão origem a confrontos regulares, outros estão congelados, e alguns se encontram ainda em via de resolução, tendo os países envolvidos decidido negociar. É o caso de Hanói e Phnom Penh, que iniciaram discussões há mais de doze anos
“É preciso que os Estados Unidos parem de incentivar a guerra e comecem a falar em paz”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 14 de abril, em Pequim, durante uma visita de Estado. Tal posicionamento sobre o conflito ucraniano tem valor simbólico, em um contexto em que muitos países latino-americanos buscam se livrar da hegemonia de Washington
Qual agenda Lula encontrará em Washington? Quais as possibilidades para o atual governo brasileiro?
Análise dos artigos publicados pelos dois maiores jornais franceses: Le Monde e Le Figaro
É possível compreender o que Vladmir Putin está fazendo sob a perspectiva da teoria realista das relações internacionais – o que não implica aprovar suas ações ou muito menos torcer para que deem certo. Nesse caso, parte-se do princípio de que o Sistema Internacional é formado por Estados que atuam conforme interesses próprios, visando única e exclusivamente à sua segurança nacional
Essa nova correlação de forças da geopolítica mundial levou, anos depois, ao fortalecimento de setores neofascistas que chegaram ao poder em diversos países, como os EUA com Trump, Brasil com Bolsonaro, e Polônia, Hungria no leste europeu, além da Ucrânia. No mesmo caminho, encontramos a Turquia, a Índia, as Filipinas, entre outros.