A vitalidade dos feminismos negros
Confira mais um artigo do especial Feminismos transnacionais.

Confira mais um artigo do especial Feminismos transnacionais.
Segundo estudo recente, 34% dos estudantes da rede pública que prestaram a prova do Enem em 2018 não tinham acesso à internet. Entre os alunos da rede privada, a parcela desprovida deste acesso era de apenas 3,7%
A Covid-19 não escolhe quem contaminar, mas os abismos sociais entre a população branca e negra levam aos fatos já divulgados: a mortalidade do vírus tende a ser maior na população negra e em situação de pobreza
Neste quarto texto da série “Populismo e Crises: A análise política dos discursos sobre a pandemia da Covid-19”, produzida pelo Grupo de Pesquisa “Discurso, Redes Sociais e Identidades Sócio-Políticas (DISCURSO)”, analisamos o papel e as estratégias das mídias na pandemia com a reconfiguração política resultante.
Caracterizamos em artigos anteriores a pandemia Covid-19 como acontecimento, que coloca em suspensão a hegemonia e identificamos os principais elementos dos discursos negacionista e científico. Neste novo trabalho analisamos como a disputa de discursos se reproduz nas mídias tradicionais e sociais. Para tal, contextualizamos a emergência da pandemia destacando a nova ordem mundial, a guerra cibernética, a estratégia do pandemônio e o “momento populista”. Olhando para as continuidades e rupturas entre as mídias tradicionais e sociais, identificamos o surgimento de uma digitalização do populismo e caracterizamos a disputa de discursos negacionista e científico em ambas mídias, assim como a reconfiguração política que se expressa através de pesquisas de opinião, com o realinhamento de identidades políticas.
A história da devastação do Cerrado reúne todos os ingredientes para a potencial eclosão da próxima pandemia global. E as políticas de incentivo ao agronegócio e à grilagem de terras contribuem para intensificar esse cenário
Na hipótese de aceitarmos como verdadeiro o raciocínio de Schwartsman, aonde chegaríamos? Se Jair Bolsonaro desaparecesse cessaria o sofrimento causado pela covid-19? Ou o vice-presidente Hamilton Mourão assumiria o cargo e conduziria a mesma política pública?
O cenário atual exige que medidas de combate aos efeitos da crise sejam radicais
Esta entrevista foi originalmente lançada no podcast Last Born In The Wilderness. Silvia revisou a transcrição antes da publicação, e com suas contribuições, o texto foi editado para maior clareza e extensão. Esta tradução inédita é de Mirna Wabi-Sabi e foi produzida pelo coletivo Plataforma 9 para o Le Monde Diplomatique Brasil.
Na entrevista a seguir, Raimundo Alves, conhecido como Didi, mestrando em Sustentabilidade Junto a Povos e Territórios Tradicionais (MESPT/UnB) e coordenador executivo da Acesa/Rede de Agroecologia do Maranhão, faz uma análise da conjuntura no campo brasileiro em tempos de pandemia. Ele analisa os seguidos cortes no Programa de Aquisição de Alimentos, com seus impactos nas condições dos agricultores e do público atendido, a importância da agroecologia e os privilégios concedidos ao agronegócio
O ministro Ricardo Salles agora está sendo questionado pelo capital. Grandes empresas, nacionais e internacionais, grandes investidores, exportadores de commodities mostraram sua preocupação em ter sua marca associada ao desmatamento da Amazônia