Diplô Online
Dos fandoms às urnas: quem convoca agora são os fãs
Nas eleições de 2026, comunidades de fãs entraram na disputa política. Para além de uma curiosidade da reta final, elas revelam uma nova forma de organização coletiva
Veículos de jornalismo se unem pela democracia
Cinquenta e quatro veículos lançam editorial conjunto contra a eleição de Flávio Bolsonaro. Le Monde Diplomatique Brasil também assina
A China e o ponto cego da geopolítica
Enquanto o mundo discute quem governa, a China está corroendo as rendas que sustentam o capitalismo
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Brasil, China e a nova geografia do combate à fome e alívio da pobreza
Como transformar experiências bem-sucedidas em políticas capazes de alcançar escala?
O orçamento da saúde cresceu, e o Congresso passou a controlar uma fatia maior dele
Em uma década, o Executivo perdeu quase metade do controle sobre a parcela discricionária do orçamento federal da saúde
Mestiçagem, redes sociais e a fabricação do “inimigo identitário”
Mas quem, afinal, é esse “identitário” que tanto assombra parte dos debates acadêmicos e políticos contemporâneos?
Autora do romance ‘Ponto de Vista’ comenta sobre trajetória literária e seu vínculo com o feminismo
Ponto de vista é um convite para refletir sobre privilégio, maternidade e as correntes invisíveis que unem todas as mulheres.
A gradual internacionalização da moeda chinesa
A ascensão do renminbi reflete não apenas a força econômica da China, mas também mudanças estruturais na ordem internacional
Como reduzir a desigualdade de gênero e promover sistemas alimentares justos e sustentáveis?
As Nações Unidas declararam o ano de 2026 como o Ano Internacional das Mulheres Agricultoras. O objetivo da organização é destacar o papel fundamental que as mulheres desempenham nos sistemas alimentares, bem como as persistentes desigualdades de gênero. É necessário conhecer a realidade das mulheres nos sistemas alimentares globais para que se possa planejar ações para a redução da desigualdade de gênero. Contudo, o empoderamento de mulheres e meninas visando melhorar suas condições socioeconômicas, bem como de suas famílias e comunidades, depende, principalmente, de políticas públicas e da atuação consistente da sociedade em nível local
Lições de Clausewitz para Trump
Em um cenário internacional marcado por tensões constantes, a guerra segue ocupando lugar central nas manchetes e nas disputas geopolíticas do século XXI. Longe de ser um fenômeno puramente militar, os conflitos armados revelam, sobretudo, decisões políticas, interesses estratégicos e leituras – muitas vezes equivocadas – da realidade
Nós queremos pesquisadores negros e negras, queremos participar
O problema da desigualdade racial na ciência não decorre da ausência de soluções, mas da ausência de decisão política
O que nos lembra a maior tragédia trabalhista do Brasil
O crime ambiental do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, não se trata apenas de um dos maiores desastres humanitários e ambientais do Brasil, mas, também, da maior tragédia laboral da história do país
Fronteiras fechadas, vozes abertas
Integrar esses trabalhadores a sistemas produtivos formais não é apenas uma questão de justiça, mas também de eficiência
R$ 10,7 bilhões para a ciência, quase nada para a diversidade: a ciência brasileira ainda financia o status quo
Ao restringir o tema da diversidade na ciência a um ministério específico, o Estado transforma um dever constitucional transversal em uma agenda setorial e periférica
Digitalização é batalha chave para o futuro do trabalho
Em um mundo capitalista em que serviços são transformados em dados digitalizados, as mudanças na internet se espraiam para os locais de trabalho, com cada vez mais atividades sendo performadas, registradas ou codificadas em informações que são processadas e analisadas por sistemas automatizados
A Hungria retorna à Europa, em seus próprios termos
Um reajuste pós-Orbán está em curso, mas o nacionalismo de Péter Magyar ameniza sua inclinação pró-UE: o mais provável é uma cooperação seletiva em temas como Ucrânia e segurança, combinada com resistência firme em questões culturais, imigração e de soberania.
Como o reggae reinventou identidades na Jamaica e em São Luís do Maranhão
O reggae, embora seja uma cultura estrangeira, é um bom exemplo para se analisar o agenciamento das camadas negras da sociedade e da música negra
Reinserção da Unesp Bauru na cidade e no território
O campus deixa de ser apenas suporte das atividades acadêmicas para se afirmar como problema urbano e político: um território que concentra recursos, infraestruturas e conhecimento, mas cuja relação com a cidade permanece incompleta, desigual e, muitas vezes, excludente
Proibir celulares nas escolas melhora o aprendizado, a convivência e a saúde mental?
A solução parece simples: retirar o problema da sala de aula. Mas a realidade encontrada nas escolas é mais complexa do que parece
O alerta ignorado do Super El Niño
O que o Super El Niño revela é essa realidade: exemplo mais pungente de como o poder judiciário ainda ignora riscos ambientais inerentes a impactos urbanísticos
Banco Master, Estado capturado e o medo do poder constituinte
No capitalismo contemporâneo, as crises deixaram de ser exceções para se tornarem parte do próprio funcionamento do sistema, que tolera, incentiva e depois socializa riscos privados por meio da atuação do Estado. O paralelo entre a crise do subprime e o caso do Banco Master no Brasil evidencia como operações financeiras arriscadas se reproduzem sob a expectativa implícita de suporte público
A emergência de alternativas no centro da crise climática e democrática
A 1ª Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis foi o encontro perfeito de centenas de pessoas dispostas, engajadas, pedindo para fazer junto, chutando a porta para que as coisas sejam realizadas, para que ninguém mais morra, ninguém fique para trás, perca seu território, sua vida, sua história
O Riso e a Faca e a tentativa de contrariar os mapas hegemônicos
Com um longo histórico em documentários e prestes a lançar seu novo longa de ficção “O riso e a faca” no Brasil, em 30 de abril, o diretor e roteirista Pedro Pinho discute em artigo os ecos do colonialismo europeu que presenciou durante sua experiência ao filmar na África Ocidental. Eleito um dos dez filmes do ano pela celebrada Cahiers du Cinéma e premiado no Festival de Cannes 2025, O riso e a faca acompanha Sergio, um engenheiro ambiental português que se muda a trabalho para uma metrópole na Guiné-Bissau, onde estabelece uma relação com dois moradores locais, Diára e Gui. Inspirado na música de Tom Zé, o longa é uma coprodução entre Portugal, França, Romênia e Brasil, assinada pela produtora Tatiana Leite, da Bubbles Project. Rodado entre o deserto da Mauritânia e a Guiné-Bissau, o filme mergulha na complexa relação entre a Europa e África, investigando novas expressões que essa dinâmica ganhou ao longo dos séculos
N. Netta conta detalhes sobre novo romance de autoficção que aborda aborto, silenciamento e autonomia
A obra marca a estreia literária de N. Netta, que reflete sobre corpo, silêncio e liberdade em diálogo com Annie Ernaux e Colombe Schneck.
O genocídio não está só na favela: eles precisam nos matar por dentro
Entre microagressões e exclusões institucionais, a violência racial cotidiana impõe desgaste contínuo e questiona a permanência de pessoas negras em espaços institucionais
“O intelecto é impotente diante de figuras sensacionais”, afirma autora de obra sobre viagem de Bolsonaro à Rússia
Narrativa brasileira envolve personagens inspirados em políticos internacionais e conflitos
Oportunidades e desafios da cooperação dos BRICS em inteligência artificial
Em suas estratégias de desenvolvimento em IA, os países do BRICS concentram-se na aplicação da inteligência artificial em áreas-chave, lançando projetos demonstrativos em setores cruciais como agricultura, saúde, finanças e energia

