Diplô Online
Nas contrações iniciais de um século nômade
Diante do colapso ambiental e da omissão jurídica, o livro revela como refugiados climáticos expõem as faces ocultas de uma crise da civilização
Aline Bei: ‘o que me tornou leitora não foi um livro, mas a percepção, já na infância, da minha solidão particular’
Autora de O peso do pássaro morto, Pequena coreografia do adeus e Uma delicada coleção de ausências é a última entrevistada do especial do Le Monde Diplomatique Brasil
As dez pragas do capitalismo tardio e a saúde global no século XXI
A convergência entre crises econômicas, sanitárias, geopolíticas e tecnológicas exige não apenas diagnósticos lúcidos, mas respostas éticas, coletivas e sustentáveis
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Violência doméstica é prevalente entre evangélicas
Pesquisa indica que radicalização política e centralidade do matrimônio compõe cenário que vulnerabiliza mulheres e meninas de forma crescente
Cuidar é trabalho: por que ainda é uma responsabilidade das mulheres?
A HQ Nos braços dela é um livro inspirado em relatos reais de mulheres à frente dos trabalhos de cuidado, tanto produtivos quanto reprodutivos
Justiça ambiental ameaçada
Enquanto os EUA naufragam na política suicida de Trump, a crise climática se aprofunda aumentando as ameaças de calor extremo, do nível do mar e chuvas catastróficas, trazendo perigo para a segurança das pessoas
Brasil pode assumir um papel na Síria pós-Assad?
Participar ou não da reconstrução síria é um teste para a capacidade brasileira de atuar estrategicamente num ambiente global em rápida transformação
A doutrina militar das redes
Militares norte-americanos avaliam que o resultado das guerras modernas depende cada vez mais da informação e da comunicação, o que facilita a flexibilidade e tende a incentivar organizações em rede, no lugar das hierarquias dos exércitos tradicionaisFrancis Pisani
Dissecando a "tolerância zero"
A chamada “tolerância zero”, vulgata da segurança que se apresenta como um discurso científico que propõe implantar uma ação policial “racional”, não passa de uma fraude, decantada por políticos de esquerda e direita pelo mundo inteiroLoïc Wacquant
"Você come muito cuscuz?"
O estrangeiro que deseja se tornar francês reúne os documentos pedidos pela polícia. Aí começa a longa espera: é o tempo necessário para investigar “a moralidade, a lealdade e a conduta do postulante” e verificar se está bem “assimilado”Maurice T. Maschino
O nascimento de um país
Reconstruído a partir de zero – a invasão por tropas indonésias em 1975, treinadas pelo exército norte-americano, deixou um saldo de 200 mil mortos (um terço da população) e o território arrasado – surge um novo país, com muitas esperançasAny Bourrier
"Você tem certeza que é francês?"
A verdadeira corrida de obstáculos a que são submetidos, na França, os cidadãos interessados em renovar sua carteira de identidade é um alerta: algumas das idéias de Le Pen podem já estar em vigorMaurice T. Maschino
Todos cidadãos transatlânticos?
Numa ficção científica instigante, Régis Debray imagina a criação dos Estados Unidos Ocidentais, resultado da incorporação da Europa aos EUABernard Cassen
Dezenas de milhares
Nas águas perigosas que separam o Marrocos das Ilhas Canárias, os dramas são freqüentesPierre Vermeren
“Você come muito cuscuz?”
O estrangeiro que deseja se tornar francês reúne os documentos pedidos pela polícia. Aí começa a longa espera: é o tempo necessário para investigar “a moralidade, a lealdade e a conduta do postulante” e verificar se está bem “assimilado”Maurice T. Maschino
A luta contra a fome
O problema da fome persiste e até se agrava em algumas regiões: o número de pessoas subnutridas no mundo é calculado em 777 milhões nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição e 11 milhões nos países desenvolvidosJacques Diouf
Punir ou educar?
Em 1831, os jovens delinqüentes ficavam presos durante a noite. De dia, trabalhavam na oficina e recebiam instrução primária e religiosa. Entretanto, a Casa de Correção rapidamente passaria a ser um sistema de encarceramento integral, dia e noiteJacques Bourquin
Petróleo, um barril de pólvora
A exacerbação do conflito na Palestina e o risco de uma ação militar norte-americana no Iraque reúnem os ingredientes para uma possível guerra que envolveria vários países árabes. Uma mistura de barris de petróleo e de pólvora que pode ser explosivaNicolas Sarkis
As causas da angústia operária
A mídia explorou, no debate eleitoral francês, a suposta despolitização de parte dos assalariados. Mas as transformações por que passou o mundo do trabalho são tão profundas que já é o caso de perguntar se ele pode contribuir para a coesão da sociedadeDanièle Linhart
Como futuro, o exílio
Mais de 100 mil marroquinos tentam, todos os anos, atravessar clandestinamente o estreito de Gibraltar. Para milhares, o sonho termina de forma trágicaPierre Vermeren
Crônica do coro da imprensa
Articulado e regido pelos meios de comunicação, um coro unívoco e uniforme exigiu, no período de 22 de abril a 4 de maio, que a França votasse em Chirac. Uma exigência melodramática, intimidadora e dissimuladora. Com que objetivos?Edgar Roskis
Os senhores das redes
A comunicação tornou-se uma indústria pesada, comparável à siderurgia da segunda metade do século XIX, ou à do automóvel na década de 1920: é nesse setor que são feitos hoje os investimentos mais importantesIgnacio Ramonet
Metamorfoses políticas na Europa
Assiste-se à ascensão de uma extrema-direita atípica, que substituiu o culto do Estado pelo ultraliberalismo, o corporativismo pelo mercado e até, às vezes, o âmbito do Estado-nação por particularismos regionais ou simplesmente locaisJean-Yves Camus
A peste
O que desabou no dia 21 de abril foi a certeza de que, quando tudo mudava no mundo, nada iria modificar as forças políticas francesas.Ignacio Ramonet
Um romancista excepcional
Em Mario Vargas Llosa coabitam o panfletário neoliberal, presunçoso e medíocre, e um romancista com a veia de Flaubert e de Faulkner, que se lembra de ter sido, por muito tempo, marxista – e até castrista – e que fascina os seus leitoresIgnacio Ramonet
Se você não tem nada a oferecer…
O retrospecto da multinacional francesa na África revela que há, por trás de belas palavras, uma política predatóriaPhilippe Leymarie

