Plano Nacional de Educação: uma oportunidade de fortalecimento da justiça climática nas escolas brasileiras
Para reduzir a desigualdade no Brasil é necessário promover a justiça climática e combater o racismo ambiental nas escolas

Para reduzir a desigualdade no Brasil é necessário promover a justiça climática e combater o racismo ambiental nas escolas
As escolas municipais de São Paulo desenvolvem a gestão democrática em suas unidades? Essas estratégias funcionam? Existe, de fato, um pertencimento da escola na comunidade? Ou a gestão democrática escolar estaria ultrapassada?
Ao contrário da tese esposada por Unitopia, a universidade é um espaço plural, que abriga perspectivas variadas e comporta muita diversidade.
De quem é a responsabilidade pela educação superior?
Os defensores da performance “Educando com o Cu” afirmam que a apresentação encontra-se em um quadro de irrupção de “epistemologias dissidentes”. É com esse argumento que quero discutir, especificamente com a adoção da categoria “epistemologias dissidentes” para os saberes produzidos pelas pessoas transsexuais
A pedagogia é inerentemente política porque está vinculada à agência social e, portanto, à formação para o exercício de uma cidadania crítica, revelando como o conhecimento e as identidades são construídos dentro de dinâmicas de poder específicas
Em que medida os processos de subjetivação que levaram a extrema direita ao poder no Brasil e em outros países contaminaram também os intelectuais do campo da esquerda e progressistas?
Historicamente, a Universidade já provocou muitas violências que não fazem parte da narrativa de denúncia dessa elite que supostamente critica a Universidade contemporânea. Será que a vontade deles é voltar aos tempos de ontem, dos quais a crítica era amordaçada e os “inimigos” eram excluídos?
Por que eventos como a performance “Educando com o C*” ocorrida na UFMA deixaram de apenas chocar o público externo e, pela primeira vez em muitos anos, alcançaram repercussão e repúdio internos
Em todo o mundo proliferam pedagogias neoliberais de conformidade, silenciamento e abandono ético. As universidades são vistas como empresas, os alunos como clientes, e os professores como uma força de trabalho a ser explorada ou substituída para maximizar os lucros. É preciso lembrar: educação não é mercadoria!
80% dos cargos de direção são ocupados por mulheres nas escolas e a presença feminina na educação infantil é massiva (96,2%). Esse padrão indica como as professoras participam das fases menos valorizadas do ensino, e ainda assim, recebendo salários menores. Em 2020, na educação infantil, os homens ganhavam, em média, 25% a mais que as mulheres
Conforme relatório publicado no dia 10 de setembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre 2015 e 2021, o Brasil diminuiu o investimento em ensino em 2,5%.