Quem come o filé de ouro do futebol?
Os torcedores brasileiros nos estádios da copa, que com suas musiquinhas cantam para as coreografias dos atacantes, estes sim, apesar da diferença de origem social, são os que estão mais próximos dos jogadores

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A repetição de um padrão, sugere que estamos diante de um sintoma, que é preciso investigar
Mundial no Oriente Médio desmontou qualquer fantasia de simplicidade para a política no Brasil. Acompanhe no último artigo do especial Copa: futebol e política
Proposta de solucionar todos os problemas humanos com a tecnologia é apenas ficção científica. Veja no Novo artigo do especial Copa: futebol e política
Ao som de Gilberto Gil, o pensamento de Darcy Ribeiro reivindica uma inflexão: é preciso propor uma nova concepção de mundo. Novo artigo do especial Copa: futebol e política
Presença de Daniel Alves deixa à luz a face mais irredutível do treinador. Flávio Costa, técnico brasileiro em 1950, simboliza a linhagem de comandantes autoritários. Acompanhe no novo artigo do especial Copa: futebol e política
Humor é ferramenta política, com tradição popular, que se manifesta até nos gramados. Confira no novo artigo do especial Copa: futebol e política
Abismo entre torcedores e os símbolos da equipe que representa o país é bem anterior à goleada sofrida diante dos alemães, mas remete também a 2013. Novo artigo do especial Copa: futebol e política
Aproximando-se do pontapé inicial da competição, em 20 de novembro, os críticos se alvoroçam. Como antes tarde do que nunca, todos querem propalar sua cota de indignação
Em 2022, seleção vai conviver com a mesma exigência que recaiu sobre as campanhas anteriores em Mundiais. Confira no artigo de estreia do especial Copa: futebol e política
O tráfico de pessoas pode acontecer por meio de ofertas fraudulentas de trabalho, em geral, maquiadas por propostas apelativas. Outra forma menos conhecida é o tráfico de atletas, ou “tráfico humano desportivo” como também é chamado, que ocorre sobretudo no futebol
Esquecimentos acerca dos instantes mais agressivos e antidemocráticos da história brasileira escancaram a necessidade de iniciativas para estabelecer referências sobre o passado de assuntos muito populares, a exemplo do futebol e da música