Na pandemia, é preciso fazer malabarismo para sobreviver
Após 150 dias de isolamento, muitas famílias seguem vivendo de doações, sem renda para pagar as contas ou comprar comida

Após 150 dias de isolamento, muitas famílias seguem vivendo de doações, sem renda para pagar as contas ou comprar comida
O tributo do PL 3887/2020, proposto por Bolsonaro, já nasce desafiando alguns limites constitucionais
Não é apenas na pressão sobre o Estado brasileiro que se dá a resistência Munduruku contra a devastação de suas terras pela extração ilícita de ouro. Desde que conseguiram vencer a investida dos megaprojetos de barramento do Tapajós, em 2016, esta tem sido a principal frente de luta das diversas associações do povo Munduruku
O pensamento autoritário, o costume com governos de personalidades fortes ou simplesmente democraticamente ilegítimas é um dos elementos que marca a construção do Estado nação latino-americano. Assim, não poderia deixar de ser uma realidade a presença de traços autoritários no brasileiro
Resenha do livro Vida e morte de uma Baleia-Minke no interior do Pará e outras histórias da Amazônia, de Fábio Zuker
O Green New Deal à brasileira parece cada vez mais distante da agenda sugerida na campanha de Bernie Sanders, e cada vez mais próxima de uma Economia Verde 2.0
Especulam que se houver uma ofensiva do povo bielorrusso contra Lukashenko o Kremlin entrará em cena enviando apoio militar russo para defender o “presidente”
Quanto mais as políticas sociais são focalizadas nos pobres, menos essas políticas são capazes de prevenir e reduzir a pobreza
Como é possível versar sobre cuidado e não se ocupar em investigar e visibilizar as causas que têm gerado sofrimento e exaustão nas mulheres negras? Mais um artigo da série Feminismos transnacionais.
A liberdade sempre incomodou o pensamento estacionário. É diante disso que, no que diz respeito à ciência, ela volta a sofrer o encalço de muitos, principalmente quanto ela ‘dança’ para comemorar os resultados das pesquisas
Na reforma do Vale do Anhangabaú, a noção de projeto urbano surge com base em um tipo de cooperação, que persegue um consenso substantivo e prático entre administração pública e investidores privados.
No quarto artigo da série “Os saberes dos povos do Cerrado e a biodiversidade“, vamos conhecer um pouco mais da realidade do Cerrado a partir dos povos e comunidades tradicionais que vivem em suas chapadas, serras, vales e veredas. Seus modos de vida ficaram consagrados na obra-prima de Guimarães Rosa “Grande Sertão: Veredas”, cujo título já apresenta os dois componentes da paisagem que são integrais a estes: os vales ou pés de serra onde vivem, fazem a roça e coletam diversos frutos nativos e, em algumas regiões, o capim dourado e onde a água superficial é abundante nas veredas; e os gerais (o “grande sertão”), terra de uso comum, onde o gado pasta sem cercas e onde coletam, a depender da região, as flores sempre-vivas, frutos nativos e raízes. Vamos conhecer algumas das comunidades que, no Oeste da Bahia e no Norte de Minas, são representativas dessa história de ocupação tradicional da terra e saber-fazer de convivência com os cerrados.