Diplô Online
Por uma questão agrária das mudanças climáticas
Quais territórios produzem e quais são impactados pela crise climática no campo?
O homem na Lua e a era da pós-verdade
Não surpreende que, mesmo diante de provas ou de documentação científica baseada em métodos rigorosos, ainda haja quem questione a ida do homem à Lua
Belém recebe “Trabalhadores”, de Sebastião Salgado
Exposição ocupa Centro Cultural Banco da Amazônia a partir desta quarta-feira, 15 de abril, e
reúne registros do mundo do trabalho feitos pelo fotógrafo em diferentes países.
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Pesadelo palestino
A mácula deixada pelo Estado de Israel na história do povo judeu está fadada a atravessar os próximos milênios
O verdadeiro “Mimimi”: os identitários que nunca se nomeiam
Não se trata de perguntar por que grupos minorizados falam de si, mas por que a identidade dos grupos dominantes foi naturalizada a ponto de se afirmar constantemente universal
Acordo entre UE e Mercosul escancara o colonialismo nos tratados comerciais
Após mais de duas décadas de negociações, o acordo entre a União Europeia e o Mercosul reacende um debate central sobre os rumos da inserção latino-americana na economia global
A erosão dos direitos fundamentais e a resistência nos territórios
A luta dos povos e comunidades tradicionais contra a violência e a expropriação territorial
Sedevacantismo a pretexto da sabotagem constitucional
Apesar de aparentemente ultrapassado o terror vivenciado na capital federal, não podemos esquecer que a conclusão do bolsonarismo, ainda alimentado por seus financiadores intelectuais e econômicos, é de que não há resposta satisfatória à República
O terrorismo nacional e os Direitos Humanos de ocasião
A contradição começa com o fato de que Jair Bolsonaro, líder dos que promoveram a barbárie, afirmava que os direitos humanos seriam o “esterco da vagabundagem”. Diante disso, cabe a pergunta: seus apoiadores integram essa “vagabundagem”?
Por que é tão fácil assediar democracias?
EUA e Brasil enfrentaram agudos assédios na transição de poder. Prédios governamentais foram depredados. Outros países em que o autoritarismo ascendeu ao poder regrediram na agenda de direitos e na participação popular. Por que é tão fácil assediar democracias?
Um domingo singular para a democracia brasileira
A invasão representou o ápice do devaneio salvador, narrativa que corrobora com toda a criação mitológica em torno de uma personalidade. Nesse caso específico o devaneio vem sendo alimentado gradativamente através das redes sociais e dos grupos em aplicativos de mensagens
O que devemos a Aline Sousa?
Aline Sousa colocou a faixa no presidente Lula. Nesse ato, repleto de significados, espero que esteja também o recado de que as portas do governo federal foram abertas para as catadoras e os catadores de recicláveis
Do mal precisa ser queimada a semente
Não por acaso, diz Milan Kundera que “para liquidar os povos, começa-se por lhes tirar a memória. Destroem-se seus livros, sua cultura, sua história”. Para os que cultuam o inculto, restam os estilhaços da história sem culpa embalados por atordoantes cantigas que sequestram nosso hino nacional em amostras covardes de um falso patriotismo piegas
União e reconstrução
“Hoje nossa mensagem ao Brasil é de esperança e de reconstrução”. Essas palavras deram a tônica da mensagem de Luiz Inácio Lula da Silva em sua primeira fala pública como presidente empossado do Brasil, em 1º de janeiro de 2023. Reconstrução
O que o Brasil aprendeu sobre segurança institucional na capital federal em 10 anos?
O Brasil necessita mudar (urgentemente) sua cultura de deixar em segundo plano o planejamento estratégico de segurança para ameaças internas e externas. A segurança e defesa é um tema sensível e que trabalha nas sombras; uma possível falha ou mau planejamento pode ocasionar em um desastre e foi o que aconteceu, e poderia ser ainda pior
Pelé: um tributo à paixão
A rigor, a admiração por Pelé prescinde justificativa. Basta recorrer à emoção das memórias do futebol, em testemunhos, retrospectivas e nas homenagens estampadas em jornais ao redor do mundo. Instala-se nostalgia até em quem não viveu o período de seu reinado em campo
Agro um infortúnio ambiental anunciado, mudança já!
Os acontecimentos nefastos aos bens da natureza e a vida humana inerente ao agronegócio se assemelham aos sortilégios que o feiticeiro invocara e que foi incapaz de dominar. A natureza encontra-se sob forte tensão de degradação, contaminação e supressão subsequentes das atividades antrópicas agrícolas
Para desnazificar o “gigante”
Para quem não se deixou levar pela cegueira intelectual e moral do antipetismo, era fácil notar os diversos elementos nazifascistas que sustentavam a campanha bolsonarista, como o nacionalismo exacerbado, a defesa de princípios conservadores, o militarismo, a personalidade autoritária.
Para entender o atual momento da crise no Haiti
A eleição de Lula também reacendeu a questão haitiana: foi durante seu primeiro governo, em 2004, que o Brasil decidiu participar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do país, tornando aquele engajamento um importante meio de projeção da política externa brasileira e uma plataforma significativa de atuação internacional dos militares, com conexões com a política de segurança pública adotada no Rio de Janeiro
Os evangélicos e o apoio ao terrorismo. Serão responsabilizados?
Há semanas temos visto a movimentação dos “patriotas” nas portas dos quartéis. O que não tem sido evidenciado com devida ênfase pelos analistas é a forte tônica religiosa dos seus manifestantes, em geral composta por evangélicos e, em menor grupo, também por católicos. Muitos vídeos e relatos comprovam o forte vínculo religioso das manifestações, frequentemente regadas a momentos de oração, louvores gospel e “atos proféticos”
O futuro da política ambiental do Brasil
O ano de 2023 será essencial para testar os limites iniciais da governabilidade e da governança ambiental a serem implementados pelo novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva
Nunca foi loucura, sempre foi golpe!
Durante os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, atitudes do ex-presidente e de seus apoiadores não foram levadas a sério, seguidas de ridicularização e deboche generalizado. Além disso, quantas vezes não chamamos Bolsonaro de “louco”?
Nosso cotidiano revolto
A opinião pública vem de um processo de formação de opiniões individuais ou coletivas. Vem dos estímulos provocados pelo o que vemos e ouvimos, nos programas de rádio, de televisão, ou lemos nos jornais cotidianos para pensarmos sobre experiências que também vivemos, ou outras que grupos humanos distintos dos nossos vivem. Vem também das leituras que fazemos dos jornais editados semanalmente, ou mensalmente. E quanto mais distante uma publicação da outra, do mesmo jornal, mais densas as matérias que encontramos e mais difícil sua leitura
Alfabetização ecológica
Nas próximas décadas, a sobrevivência da humanidade dependerá de nossa alfabetização ecológica –capacidade de compreender os princípios básicos da ecologia e viver de acordo com eles – devendo tornar-se uma habilidade crítica para políticos, líderes empresariais e profissionais de todos os setores, torando-se a parte mais importante da educação em todos os níveis
Ninguém nunca mais soltará a mão de ninguém
Aquela afirmação, “transformaram todos nós, familiares, em bandidos, o pobre não é mais digno pra nada!”, me desassossegou
O dia depois de amanhã
Para o bolsonarismo, a eleição é uma batalha perdida, mas não a guerra. Para os seus inimigos, a vitória é uma trégua
Desmatamento, grilagem de terras e financeirização: impactos da expansão do monocultivo da soja no Cerrado
O desmatamento tem por finalidade tentar vender a área como se fosse legítima, o que dificulta a reversão da grilagem da terra. Este caso demonstra os impactos do agronegócio da soja sobre o meio ambiente e sobre comunidades camponesas, indígenas e quilombolas. Confira a seguir capítulo do livro Direitos Humanos no Brasil 2022, lançado no dia 6 de dezembro pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos

