Diplô Online
A sociologia que incomoda, um livro que diz tudo e mais um pouco!
Dentre os muitos significados que este livro desperta, o de maior impacto é o da superação e da transformação da vida diante da morte, por meio da construção de uma narrativa de reencantamento do mundo. Trata-se de uma obra sociológica na qual a autora evidencia que toda escrita possui uma consciência e uma potência social
O direito à leitura na prisão
A oferta de projetos de leitura com o benefício da redução da pena é um estímulo importante para homens e mulheres em reclusão ressignificarem sua relação com o conhecimento e a imaginação
Para onde caminha a direita americana sob Donald Trump?
A reconfiguração da direita nos Estados Unidos tornou-se um dos fenômenos políticos mais influentes do cenário global contemporâneo. Mais do que a ascensão de uma liderança específica, o trumpismo representa a formação de novas alianças sociais, culturais e ideológicas que vêm remodelando o conservadorismo norte-americano e irradiando impactos para outras democracias
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O fardo do homem branco e os 134 anos do STF
A ausência de pessoas indígenas e negras nos debates públicos, nas instituições e no STF reforça a ideia e o estereótipo do homem branco, único “capaz” de estar à frente das instituições, de levar o fardo do Brasil nas costas. E o que isso tem a ver com o Supremo Tribunal Federal e a mais nova nomeação do presidente Lula, a terceira, para o maior cargo da Justiça brasileira? Tudo
Os caminhos para o Governo Federal implementar a Tarifa Zero universal no Brasil
É possível financiar a Tarifa Zero em todo o país? E, principalmente, quem pagaria a conta de um sistema universal?
A autora Vitória Gomes reflete sobre relações entre gênero, memória e colonialidade
Em entrevista, pesquisadora mostra como a exclusão das mulheres na história é uma política de dominação antiga e sistemática
Um filme que estará lá quando a gente voltar
O Agente Secreto, em sua intersecção entra a realidade da ficção e a ficção da realidade, apresenta-se como uma espécie de filme-arquivo sobre o estado de espírito de uma época, mas cujo espectro, para o bem e para o mal, ainda assombra o Brasil que conhecemos hoje
O aumento da tensão mundial e o desafio ao poder naval dos EUA
Em estudo recente, a National Interest publicou um ranking elencando as maiores marinhas do sistema mundial e a marinha norte-americana aparece em primeiro lugar, seguida por China e Rússia.
Tanatoeconomia, a economia política da morte
O primeiro caso da Covid-19 confirmado no Brasil foi no dia 26 de fevereiro e, na primeira semana, ninguém morreu. Carnaval, é disso que o Brasil é feito. Na segunda semana, ninguém morreu. No Carnaval, todo mundo se encontra, pobre ou rico, preto ou branco, patrão ou trabalhador. Na terceira semana, ninguém morreu. O Brasil do Carnaval é abençoado, sem desastres naturais e o futuro pertence a essa nação: Deus é brasileiro! Na quarta semana, dezoito pessoas morreram. Na quinta semana, outras 114 morreram
O ar que você respira pode agravar a pandemia
Pesquisas recentes apontam que a poluição do ar pode levar ao aumento de número de novos casos e mortes por Covid-19, revelando ainda mais a estreita relação da saúde com os impactos da ação humana no meio ambiente
O Brasil atual e a República de Weimar: crise constitucional?
Diante da onda de manifestações de cunho fascista surgindo no Brasil, nas quais as instituições democráticas são diretamente atacadas – principalmente o Supremo Tribunal Federal (STF), a corte guardiã da Constituição -, o ministro Celso de Mello comparou o momento político-institucional do Brasil ao momento de instabilidade da República de Weimar, o qual abriu espaço para o surgimento do nazismo
A ciência e a origem do novo coronavírus: um debate necessário
A pandemia da Covid-19 precisa trazer ao debate, além das questões relacionadas à economia, política e sociedade, o papel social da ciência, seu sequestro pela indústria e a submissão de seus conhecimentos aos interesses de mercado
Piratas e traficantes: o mundo mágico infanto-juvenil
Será que, no futuro, o traficante de hoje receberá o status que hoje é desfrutado pelos piratas?
A desinformação em meio à crise social
Confira com exclusividade a apresentação do e-book Desinformação: crise política e saídas democráticas para as fake news (Intervozes/Veneta). Organizado pela autora do texto a seguir, a jornalista Helena Martins, professora da UFC, ele investiga o fenômeno que mudou o cenário político mundial nos últimos anos, da eleição de Trump à de Bolsonaro. O livro traça um panorama amplo e aprofundado das fake news e apresenta o fenômeno da desinformação em toda a sua complexidade: discute o conceito e suas origens históricas, a relação sua com a crise política e as estratégias utilizadas em diferentes países para enfrentar o problema, além de apresentar propostas concretas para lidar com a questão no Brasil. O lançamento acontece nesta terça, dia 9 de junho, em uma live às 16 horas com a participação de Helena e do jornalista Leonardo Sakamoto. A transmissão será pela página de Facebook da Veneta e no canal de YouTube do Intervozes
Por que Trump rompeu com a OMS?
Não é mera coincidência que o presidente Trump tenha anunciado a saída do país no exato dia em que seu país rompia a trágica barreira das 100 mil mortes pela Covid-19. Era preciso achar um culpado, e que não poderia ser ele mesmo
Pandemia e ensino a distância
Com o avanço da educação a distância, as instituições de ensino devem ter um planejamento claro quanto à segurança cibernética e privacidade de dados em face da pandemia de Covid-19
Saúde indígena: atenção nunca precisou ser tão especial
Apesar de conquistas do passado, saúde indígena vive momento crítico. Segundo especialistas, muitos dos problemas poderiam ser resolvidos ouvindo indígenas e profissionais de saúde
Ausência de políticas públicas efetivas para população de rua
A pandemia evidencia com mais clareza o que já ocorria anteriormente: a gravidade da situação vivida por esse segmento social e a insuficiência das políticas de atendimento para garantir direitos em relação à vida, saúde, moradia e trabalho
As resistências ao fascismo e ao racismo nos EUA e no Brasil
Nos Estados Unidos, uma pessoa negra é morta brutalmente, e a população sai às ruas fazendo-as arder, apesar da polícia, apesar da Ku Klux Klan. No Brasil, o assassinato insuportável de pobres, negros ou brancos quase negros de tão pobres, se rotiniza. Quando gera protestos nas favelas, logo a polícia dissipa, o tráfico controla, a milícia gerencia e a esquerda faz posts indignados
A visão turva do governo federal em relação à importância das “Humanidades”
A falta de entendimento da dinâmica distinta das “Humanidades” – Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Linguística, Letras e Artes – pode levar a equívocos sérios de políticas públicas.
Vidas em estatísticas
George Floyd, Christian Cooper e João Pedro Matos são três nomes para a lista infindável de mortos e vítimas de racismo no mundo. Mesmo após a abolição da escravatura, os centros decisórios de poder ainda enxergam a vida negra como descartável
A Marcha do Silêncio, Uruguai
No dia 20 de maio aconteceu a 25ª Marcha do Silêncio. Há um quarto de século que o Uruguai se mobiliza sistematicamente para lembrar e combater o esquecimento das violações massivas aos direitos humanos na última ditadura. Mas além de se tratar da maior manifestação popular do Uruguai, esta se apresentou com particularidades: por uma lado, de forma virtual, pela pandemia de alcance global; pelo outro, com a paisagem de novamente um governo de direita no poder, e a novidade de linhas negacionistas dentro desse governo
Entre vírus, parasitas e fascistas: o que pode o cinema?
As artes também já expressavam essa crise. O cinema expressa por imagem, movimento e sensações tanto novas possibilidades, nunca antes pensadas em nossa sociedade, como também o esgotamento de certos modos de vida
O neoliberalismo destruiu a política como refúgio dos vulneráveis
Em entrevista, Noam Chomsky fala sobre as origens do fascismo nos EUA e no Brasil, sobre interseccionalidade, sobre o rol dos intelectuais e sobre a concentração midiática. Chomsky acredita que o futuro do planeta estará determinado pela disputa de poder entre China e Estados Unidos
Damares Alves e a performance da masculinidade na reunião ministerial
Não é produtivo tratar as declarações dessas mulheres sob a perspectiva da suposta loucura feminina por dois motivos: em primeiro lugar, porque corrobora com uma visão machista e misógina sobre o comportamento feminino, historicamente associado à histeria e à loucura. Em segundo lugar, porque esse tipo de associação mascara um elemento que nada tem a ver com gênero: a perversidade das políticas conduzidas pelo governo Bolsonaro
Histórias e direitos humanos: pensando a partir da pandemia
Essa é uma oportunidade pequena e frágil, sim, mas importante porque nosso desafio mais imediato é conter a transformação do Estado brasileiro em um Estado criminoso, o que me parece em curso
Uma reflexão sobre o vídeo da reunião ministerial
Somente o fanatismo é capaz de explicar o apreço de parte da população brasileira (e cada vez menor, de acordo com as recentes pesquisas) a esse festival constrangedor

